quinta-feira, 8 de julho de 2010

Churrascaria Restaurante e Lanchonete O Cupim Ipiranga




Apresentação:

Nestes 12 anos de atividades (2001-2013), a Churrascaria Restaurante e Lanchonete O Cupim Ipiranga (O CUPIM) está situado na Av Ayrton Senna da Silva, Nº 6840, bairro Parque São João, na cidade portuária de Paranaguá – PR.
A Empresa é coligada a Rede de Postos O Cupim com forte abrangência em Paranaguá.



Contatos:


Se deseja esclarecer alguma dúvida, enviar propostas, críticas ou sugestões, envie um e-mail ou ligue!
E-mail:   crlocupimipiranga@gmail.com - Fone: (41) 3423-6131 - Fax: (41) 3423-6446.
Blog http://crlocupimipiranga.blogspot.com


Localização:

Endereço: Av Ayrton Senna da Silva, 6840 (Pátio do Posto Ipiranga O Cupim)
Bairro: Pque São João - Cidade: Paranaguá – P.R. CEP: 83203-970 – Cx. Postal: 272.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O Capital Humano

O Capital Humano

Os elementos que compõem o Capital Humano são:

INVESTIMENTO DE CAPITAL HUMANO (ICH) =
[CAPACIDADE + COMPORTAMENTO] X EMPENHO X TEMPO.

Onde a multiplicação significa que aumentar um elemento pode aumentar enormemente a quantidade de recursos investido ou o inverso, a presença baixa de um fator não compensa outro muito alto.
Segundo o autor, a chave para o ICH é o empenho, pois é mais fácil imaginar uma mudança considerável no empenho do que ganhos radicais em capacidade ou comportamento num mesmo período de tempo.

Como funciona o ICH

As condições que predispõem um individuo a investir em capital humano são comprometimento com a organização e envolvimento com a atividade.
O comprometimento provem de um elo emocional ou intelectual que une o individuo a organização. O comprometimento implica aceitação das metas e da direção da organização, desejo intenso de participar e concordância táctica em rejeitar outras opções de investimento. Em geral existem 03 diferentes tipos de comprometimento do individuo com a empresa.
O primeiro chamado de COMPROMETIMENTO ATITUDINAL é aquele onde o colaborador se dedica a empresa a ponto de se recusar a sair da empresa para trabalhar em outra. Ele sente-se envolvido e identifica-se com a empresa, ele gosta de participar dela. Em grande parte porque valoriza seus vínculos organizacionais.
O segundo chamado de COMPROMETIMENTO PROGRAMATICO é um comprometimento onde o trabalhador tende a permanecem na empresa devido aos custos altos caso quisesse sair dela. Por exemplo: perder ações da empresa, plano de aposentadoria, ou ainda currículo inadequado ou pouco qualificado, pouca experiência em outras áreas. Em geral este trabalhador, embora esteja presente no trabalho pouco investe seu capital humano.
O terceiro é o COMPROMETIMENTO BASEADO EM LEALDADE. Neste caso o colaborador se sente amarado a empresa por obrigação. Por exemplo temos o sujeito onde a empresa pagou seus estudos, ou o ajudou em momentos difíceis. Entretanto são pessoas que desejam fazer aquilo que crêem ser o melhor para a empresa, tem forte motivação, presença constante e notável, dedicação aos objetos da empresa etc.
Simplificando temos:
O comprometimento atitudinal é aquele onde EU DESEJO PERTENCER;
O comportamento programático é aquele onde EU PAGAREI UM PREÇO SE NÃO PERTENCER;
O comportamento baseado em lealdade é aquele onde EU DEVO PERTENCER.

Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Exercícios sobre Margem de Contribuição

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS
Professor: CLEONICE BASTOS POMPERMAYER
Atividade: Trabalho Individual
Aluno: Marcio Kochhann

LISTA DE EXERCÍCIOS

1) Qual é a importância da correta identificação e separação dos custos e despesas variáveis, para fins de determinação da margem de contribuição?

R1- a importância se deve ao fato que os custos variáveis são proporcionais à quantidade produzida. As despesas Variáveis de Administração e Vendas estão correlacionadas tão somente com o volume de vendas.

2) O que é margem de contribuição (MC)? Dê um exemplo numérico.

R2- MC corresponde à diferença entre a receita da venda de um determinado produto e os custos e despesas variáveis utilizados para sua fabricação. Com o resultado dela, remunera-se a empresa e cobre-se os custos fixos da empresa e despesas administrativas. Este método considera os custos fixos como gastos do período e fornece, de forma rápida e descomplicada, o desempenho econômico e financeiro de cada área de uma determinada unidade produtiva.

Exemplo para o mês de Julho/2008
Receita com vendas R$ 10000
- despesas variáveis com vendas R$ 500
- custos com matéria prima, MOD, R$ 5000
= Margem de contribuição R$ 4500

3) Cite exemplos de informações úteis para o gerenciamento de uma empresa que podem ser obtidas com a apuração e análise das margens de contribuição.

R3 Qual o produto mais lucrativo?
Devo alugar ou comprar um Imóvel?
Devo deixar de produzir alguns serviços do que já possuo? Quais?
Qual o produto ou serviço de maior margem?

4) Cite exemplo de uma empresa prestadora de serviços e comente sobre a análise da margem de contribuição de cada serviço oferecido pela empresa.

R4 - Considere os dados abaixo para uma casa de costura no mês de Julho/2008, em reais R$.

Custos Diretos Variáveis:

Custos Jaqueta Camisa
MP 50/U 5/U
MAI 5/U 5/U
MOD 2/U 1/U
TOTAL 57 11

Produção e Preços de Venda:

Jaqueta Camisa
Quantidade 250/U 1000/U
Preço de venda 60/U 20/U

Custos Fixos:

a) Aluguel R$ 250
b) Salário de Supervisão R$ 900
c) Depreciação de maquinas R$ 50
d)Despesas ADM fixas R$ 50
e) Seguros de Produção R$ 100

Total R$1350

Analise de rentabilidade do Negocio considerado acima:

Jaquetas Camisas Total
Receita 15000 20000 35000
- CVT 14250 11000 25250
=MC 750 9000 9750
Rentabilidade 5 % 45 % 27,86 %

Por este exemplo percebemos que a renda adquirida pela venda de jaquetas é muito baixa em relação a receita o que caracteriza um produto “vaca leiteira” onde a rentabilidade é baixa, sendo necessário grande volume de venda para ser rentável, ou seja cobrir os custos fixos da empresa e gerar lucro.
Com relação as camisas percebemos ser um produto altamente atraente pela sua rentabilidade ser alta (45%) em relação a receita o que lhe caracteriza como produto estrela, ou seja, tirando a parte variável sobra bastante para cobrir os custos fixos e sobrar algum lucro

5) A Indústria de Bebidas TombaLevanta Ltda. Produziu e vendeu em setembro o total de 100.000 litros de vinho e 180.000 litros de refrigerantes.
Durante o mês, o preço de venda, os custos de produção e as despesas foram:


Vinho Refrigerante
Preço unitário de venda ($) 4,20 0,80

Custos variáveis, por unidade fabricada ($)
Diretos – Matérias-primas 1,20 0,20
Diretos – Mão-de-obra direta 0,80 0,10
Outros custos variáveis indiretos 0,30 0,05
Despesas variáveis de vendas, por unidade vendida 0,70 0,15
Total 3,00 0,50
Custos fixos, total no mês ($)
Mão-de-obra indireta 29.600
Depreciação 70.400
Outros custos fixos 30.000
Total 130.000

Despesas fixas, total no mês ($) 19.600

OBS.: Os rateios deverão ocorrer em função das quantidades produzidas.

Pede-se:
a) A rentabilidade e a lucratividade dos produtos.
b) O ponto de equilíbrio em quantidade e recita.
c) O ponto de equilíbrio econômico sabendo que a empresa deixa de ganhar $ 8.500,00 mensais em função dos investimentos em ativos imobilizados.

a) Analise da rentabilidade e Lucratividade.

Vinho Refrigerante Total
Receita 420000 144000 564000
-CVT 300000 90000 390000
=MC 120000 54000 174000
-CFt 53400 96120 149520 0,534
=R/L 66600 -42120 24480
Rentabilidade 28,57% 37,50% 30,85%
Lucratividade 15,86% 0% 4,34

b) Ponto de equilíbrio em Quantidade e receita

Vinho Refri
Qtde (L) Receita Qtde (L) Receita
PE Geral 0,534 44500 213600 320400 256320
PE FIN 0,25 23667 99401,4 170400 136320
PE Economico 0,03 47000 197400 338400 270720



6) Qual é a definição de ponto de equilíbrio contábil?

R6- É o ponto onde a receita total das vendas da empresa (negócio) cobre todos os custos totais para aquela quantidade vendida, ou ainda, Ponto de equilíbrio é o valor ou a quantidade que a empresa precisa vender para cobrir o custo das mercadorias vendidas, as despesas variáveis e as despesas fixas.. Neste ponto a receita iguala-se ao custo, portanto a empresa ou negócio não tem prejuízo ou lucro.

7) Qual é a utilidade do cálculo do ponto de equilíbrio contábil de uma atividade para fins de gerenciamento de uma empresa?

R7 – Os objetivos são:
a) determinar a Receita Geral do Ponto de Equilíbrio do negócio na construção de um projeto:
b) saber qual o Nível de utilização da capacidade instalada;
c) auxiliar na tomada de decisão de caráter mais urgente, quando a decisão de acertar com algum cliente possa proporcionar um elevado potencial gerador de receitas e lucros no futuro;
d) possibilita uma avaliação e planejamento de ajustes necessários.

8) Para obtenção do ponto de equilíbrio financeiro, por que devem ser excluídos os gastos que não representam saídas de numerários?

R8 - o ponto de equilíbrio financeiro leva em consideração valores intrínsecos aos custos e despesas fixas totais e que são apropriados sem o respectivo desembolso, como é o caso da depreciação, por exemplo. Dessa forma, o cálculo levaria em conta a diferença dos custos fixos e despesas fixas totais com os valores sem desembolso de numerário, dividida pela margem de contribuição unitária.

Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.

Sistemas de Gestão de Custos

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Administração de Custos – Turma 524
Professor: Cleonice Bastos Pompermayer
Atividade: Exercícios do artigo “Sistemas de Gestão de Custos”
Aluno: Marcio Kochhann


1) Cite e comente as dificuldades conceituais enfrentadas geralmente, na implantação de sistemas de custos?

R2 – As dificuldades conceituais se baseiam na divergência entre o conceito real do custo (uso dos recursos e sua transformação) e a habitual visão de custo monetário. Disso derivam ações às vezes nem sempre pensadas de que custo na empresa também e sinônimo de investimento, pois para se produzir e necessários recursos, pessoas, maquinas. Estas duas consomem os recursos e os transformam em produtos final,visão esta que deveria ser ampliada para se produzir os mesmos produtos com menos recursos, ou ainda produzir mais com mais tecnologia para ganhar em escala.
Outra dificuldade é sobre o entendimento de que o sistema de informação estratégico é mais que uma simples tabelas com dados. As informações de custos além de auxiliar a empresa beneficiam a integração entre as diversas áreas dentro da empresa para juntas serem capazes de fornecer informações para apoiar a tomada de decisões estratégicas.
Outro fator é a escolha de um método de custeio inadequado para a organização, visto que as empresas não fazem uma analise criteriosa de o que querem e quais os usos e funções deste ou daquele método.

2) Quais são as três fases da contabilidade de custos? E quais as suas funções?

R2 – As três fases são a coleta, o processamento e as informações.
A coleta de dados tem a função de reunir os dados disponíveis nos diversos subsistemas da empresa de forma planejada, organizada e integrada.
O processamento recebe os dados e os organiza em seções, seja, de acumulação, análise ou interpretação para a obtenção de informações compatíveis com as que se necessita.
As informações geradas com os dados anteriores serão agora disponibilizadas as necessidades gerenciais especificas para a obtenção de metas e objetivos, formulação de parâmetros e prioridades nas diversas áreas e hierarquias existentes.

3) Como podem ser caracterizados os métodos de custeio tradicionais?
Eles são caracterizados em materiais utilizados na produção, no meio de obra empregado e seus custos indiretos de fabricação.
Os seus princípios contábeis são a realização, a competência, a confrontação, a relevância, o custo histórico e a consistência.

4) Comente as principais características dos métodos de custeio voltados para a gestão de custos?
A existência de competidores globais fazem com que as empresas se tornem cada dia mais competitivas e isso intensifica o uso de novas tecnologias e métodos de custeio.
O método ABC é um método que analisa os custos diretamente identificáveis com as atividades relevantes da empresa e de seus produtos/serviços.
O custo–meta é um método de redução de custos no planejamento ou desenvolvimento de novo produto.
O Custo KAIZEN, produto japonês, busca a redução de custos em todas as etapas de manufatura e em todos os seus turnos.

5) Quais os cuidados a serem tomados e as dificuldades gerais encontradas na implantação de um sistema de custos e explicite como as mesmas podem ser suplantada?
O cuidado principal é definir se a empresa buscará um método de liderança em redução de custos ou enfatizará uma estratégia de diferenciação.
Se for diferenciação, isso exigira mais recursos e isso terá mais custos, porém podem ser compensados por lucros maiores.
Se for por custos será necessária uma redução dos custos pela experiência, controle rígido, minimização de P&D e MKT sem descuidar da qualidade.

6) Cite os cuidados e as dificuldades gerais encontradas na implantação de um sistema de custos e explicite como as mesmas podem ser suplantadas?
Exige abordagem especifica, sensibilização das relações humanas e adequação de tecnologias.
A abordagem deve ser feita e aceita em todas as hierarquias da organização para uma analise cuidadosa dos dados e alimentação do sistema.
Deve-se também treinar as pessoas para a utilização da informática para com isso introduzi-las no sistema.
Finalmente esclarecer os objetivos que a empresa almeja e as metas definidas para as pessoas as conhecerem e se estruturarem melhor, sem ficarem com receios.

Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.

Exercicios

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Administração de Custos – Turma 524
Professor: Cleonice Bastos Pompermayer
Atividade: Caso Pênalti Linhas Aéreas S.A
Aluno: Marcio Kochhann




Questionário:

1) Tomando-se por base os setores operacional, administrativo e comercial da Pênalti, destaque qual o setor onde a empresa planejou a maior otimização dos recursos (redução de cistos)?

R1 A maior redução de custos foi na área de operação, tomando se por critério o serviço de transporte.

2) Identifique, mediante os conceitos de gestão de custos, os custos(diretos, indiretos, fixos e variáveis), as despesas administrativas e as despesas comerciais?

a) redução dos funcionários operacionais (mão-de-obra dentro do avião)
custo = área de produção / serviço
fixo = invariável com a produção
direto= fácil de calcular

b) controle informatizado das passagens
despesa = área de vendas
comercial

c)economia de 12% no consumo de combustível
custo = área de produção / serviço
direto = insumo (matéria-prima do avião)
variável= é sobre o total do volume gasto

d)redução de 5% na manutenção das aeronaves e peças de reposição
custo = área de produção / serviço
indireto = só se utiliza caso ocorra defeitos no avião
variável = será sobre todas as peças (montante)

e) treinamento de pessoal
custo = área de produção / serviço
indireto = difícil de mensurar o tipo de treinamento e quantidade
variável = sobre quantas pessoas farão

f)redução das despesas com alimentação dos passageiros
custo = área de produção / serviço
indireto= se tiver passageiros será servido, se não tiver não serão utilizados
fixo = se cada passageiro come uma unidade poderemos medir

e) redução de 40% no material de limpeza e utensílios
custo = área de produção / serviço
indireto = depende de acontecer um vôo ou não
variável = não pode se precisar condições ambientais, comportamentais, quantitativos

f) terceirização de atividades pela gestão administrativa
despesas administrativas

g)redução das pessoas no atendimento comercial para vender passagens e manusear documentos
despesas comerciais

Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.

sábado, 2 de agosto de 2008

Resenha do livro A Sabedoria Dos Monges na Arte de Liderar Pessoas

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Auto Gerenciamento de Vida e Carreira – Turma 440
Professor: Emilio Carlos de Castro Paiva
Atividade: Análise de livro
Aluno: Marcio Kochhann



RESENHA DO LIVRO


A SABEDORIA DOS MONGES NA ARTE DE LIDERAR PESSOAS


Este livro foi escrito em 2006 pelo monge beneditino Anselm Grun.
GRUN nasceu na Alemanha em 1945 e atualmente é além de monge celeireiro do Monsteiro Münsterschwarzach (Alemanha). Anselm escreveu ainda vários outros livros e até hoje realiza cursos e palestras em escolas e empresas.
Segundo GRUN hoje em dia são oferecidos vários cursos de Liderança pelas empresas aos seus funcionários para que eles compreendam como exercê-la de maneira efetiva, entretanto a maioria destes cursos trata dos métodos e poucos dos princípios de liderança.
Os princípios de liderança se baseiam na questão de como deve ser constituída a personalidade da pessoa que vai liderar e de como este alguém tem de trabalhar em si mesmo para afinal liderar.
Analisando os escritos de GRUN, percebemos que o líder, ali chamado de celeireiro por estar no ambiente dos monges, deve possuir algumas características distintas, entre elas:
a) ser experiente, tanto tendo a sabedoria do que é correto como a prática com as coisas e nas relações interpessoais;
b) ser uma pessoa madura, segura de suas ações;
c) ser sereno, ou seja, capaz de estar bem consigo mesmo, criando um clima agradável ao seu redor onde as pessoas se sintam tranqüilas e possam trabalhar com prazer;
d) não tardar muito nas decisões, ação que evita a ansiedade nas pessoas, os ressentimentos e não paralisa a pessoa que fica no aguardo da resposta a qual durante este tempo necessariamente produz menos;
e) deve estar seguro das emoções que o estimulam, dos desejos que lhe afloram e das paixões que lhe guiam;
f) ser como um pai que estimule seus colaboradores a fazer algo novo, que apóie a procurar novos caminhos, que desperte a vida.
A arte de liderar, segundo o autor, envolve realizar as tarefas e principalmente zelar pelas pessoas e pelas coisas ao seu redor.
Quando na posição de líder devemos procurar compreender nossos colaboradores, dando atenção, trazendo novas idéias, envolvendo-os numa fantasia, ou buscando seu apoio para darmos continuidade às tarefas. Deste modo estamos formando um clima favorável ao trabalho prazeroso e isso é o primeiro passo para que eles cuidem melhor dos nossos clientes.
Quando afligimos ou não prestamos atenção neles criamos magoas e estas deselegâncias elas passarão aos clientes desprezando-os e ainda, mais adiante procurarão sair da empresa para encontrar um trabalho mais satisfatório.
Neste sentido o líder deve estimular a criatividade das pessoas para que elas deixem de simplesmente fazer as coisas e passem a trabalhar com prazer (devoção) o que pode ser feito acompanhando as necessidades delas.
Dentre os vários assuntos expostos, GRUN, cita que o líder não deve esquecer de si próprio, pois caso desconheça suas necessidades e desejos ele semeará inconscientemente seu desânimo e descrença sobre seus colaboradores. Como embora nem sempre escolhemos as tarefas ou o trabalho que desejamos ou queremos é nossa responsabilidade dar-lhe um sentido, mesmo que passageiro, para que ele seja divertido e prazeroso, só assim teremos forças para liderar as pessoas e cuidar das coisas.
É importante salientar que o líder que trabalha demais não adquire necessariamente mais uma virtude. O trabalho em excesso pode sim causar um desequilíbrio e criar um lado sombrio e repreensivo. Este lado repreensivo pode torna-lo agressivo e o trabalho que deveria construir passa agora a destruí-lo, ocorrendo casos de dependência química (remédios ou bebidas).
Faz-se assim, necessário que o líder tenha um equilíbrio entre trabalho e lazer, entre determinação e suavidade. Este equilíbrio lhe proporcionará uma serenidade maior pra resolver conflitos e acalmar os futuros conflitos.
Por fim concordando com ANSELM GRUN, devemos ter a convicção que a liderança é um instrumento que dá ao líder a base para a formação de um clima de trabalho transparente e de confiança, onde os objetivos são fazer com que os colaboradores convivam lado a lado formulando seus objetivos em comum e não lutando uns contra os outros.
A verdadeira disposição para o trabalho poderá ser melhor transmitida pelo líder aos seus funcionários quando ele transmitir suas mensagens com respeito, não se deixar paralisar pelos problemas, solucionar os conflitos que surgirem, conduzir as informações com transparência enfim elevando a estima e os levando a sérios. Para os bons funcionários, hoje em dia, ganhar dinheiro já não é o suficiente, eles exigem também uma cultura organizacional convincente, visto que eles não levam apenas os próprios interesses profissionais em consideração.
Caso as pessoas sejam continuamente ofendidas pelos seus superiores sem poderem se defender isso causara uma tristeza e depressão que resultará numa revolta interna e futura vingança contra seu gestor.
Podemos acreditar que o líder ou qualquer um de nós deve ter entre suas dimensões de vida além do trabalho que lhe gratifica, dos princípios que lhe direcionam um tempo para momentos de lazer e cuidados para consigo mesmo e para com sua família.
Será a somas destes fatores que lhe dará equilíbrio para sua balança de emoções e o ajudara a ter parâmetros para decidir mais fácil e rápido.

Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Macro e Microeconomia

CDE - FAE POS GRADUAÇÃO
Disciplina.: Economia Aplicada à Empresa
Professor.:Eugenio Libreloto Stefanelo
Alunos.:
ALEXANDRE ZARATINI
ARIANE CORDEIRO
GUILHERME AMADONI
MARCO ANTONIO VILLAS BÔAS
MARCIO KOCHHANN
PAULO HENRIQUE CZELUSNIAK
Analise de fatores da Micro e Macroeconomia



MICROECONOMIA E MACROECONOMIA


1 – Visão sobre precificação em estruturas competitivas, pouco ou não competitivas de mercado.

Um dos fatores chave no desempenho da empresa é a Precificação, pois os métodos e as políticas de formação de preço determinam o sucesso ou não do negócio nas fases do seu ciclo de vida. O que torna importante, para isso, o conhecimento da estrutura organizacional e sua adequação à demanda pela cadeia de valor.
Na precificação a análise dos custos determina qual o mínimo a ser cobrado dos clientes. A análise dos preços dos concorrentes e dos produtos substitutos permite à empresa redefinir o preço médio aceito pelo mercado. Com o conhecimento das características de agregação de valor dos seus produtos, obtém o máximo possível a ser cobrado no preço de venda. O processo de precificação determina os métodos e políticas utilizados para obter uma melhor posição competitiva no mercado.
Por mercado, entende-se como uma área geográfica, dentro da qual existe o encontro de vendedores e compradores. Um mercado pode estar em qualquer lugar, não precisa ser necessariamente um lugar físico. Nele estão presentes os fundamentos da oferta e da demanda, que são as forças que movem as economias de mercado e representam os interesses de consumidores e produtores (compradores e vendedores).
Para saber que decisão tomar na formação do preço de venda, antes é necessário prever qual seu real impacto sobre a oferta e demanda. Por isso, ter o conhecimento sobre qual mercado atua é de fundamental importância. Podem ser eles mercado competitivo, pouco ou não competitivo.

Mercado Competitivo
Para ser considerado competitivo, um determinado mercado deve apresentar as seguintes características:
a) Grande número de compradores e vendedores, de tal modo que nenhum deles possa, individualmente, influenciar o preço de um produto ao decidir comprar ou vender.
b) Produto homogêneo, ou seja, o produto de uma empresa pode ser perfeitamente substituído por um produto similar de outra empresa.
c) Ausência de restrições à procura, à oferta e aos preços de qualquer produto que esteja sendo negociado, ou seja, não deve haver intervenção governamental no mercado.
d) Mobilidade das empresas, de tal forma que novas empresas possam entrar no mercado.
Em um mercado competitivo, quem determina o preço de equilíbrio são as condições de oferta e demanda, ou seja, o próprio mercado. Todos os vendedores recebem o mesmo preço de venda do produto – denominado preço de mercado. Os compradores não irão adquirir um produto mais caro, sabendo que poderão adquiri-lo a um preço menor. Por outro lado, os vendedores não venderão mais barato, sabendo que poderão vendê-lo a um preço maior. Dessa forma, uma vez alcançado o preço de equilíbrio, há uma tendência natural de que o preço não se altere, pois não existem motivos para isso. A não ser que ocorram mudanças nas condições de oferta e demanda.
Exemplo:
Suponha que os desejos das empresas em ofertar produtos superem os desejos dos consumidores em adquiri-los. Nesse ponto não há coincidência de desejos, portanto, não pode ser um preço de equilíbrio. Tecnicamente, há um excesso de oferta do produto.
Nesta situação, as forças de mercado agirão para reduzir esse mercado ao ponto de equilíbrio. Os vendedores perceberão que não conseguem vender tudo o que desejam, e caso produzam essa quantidade, seus estoques aumentarão. Assim, como há perfeita informação, os consumidores percebem o excesso da oferta e passam a negociar o preço. Motivo pela qual as empresas oferecem o produto a preço menor.
Esse menor preço resultará em incentivos distintos para consumidores e produtores. Os primeiros desejarão mais produtos e os últimos não serão incentivados a produzir a mesma quantidade de antes. Esse movimento de redução nos preços, na quantidade produzida e de elevação no desejo dos consumidores em adquirir o bem ou serviço acontecerá até que a oferta e demanda se igualem novamente.
Portanto, em mercados competitivos, e preço de um bem sempre cai quando há um excesso de oferta e sempre sobe quando há escassez de oferta.

Mercado Não Competitivo
O Mercado Não Competitivo caracteriza-se pelo fato de que compradores e/ou vendedores têm poder de mercado e reconhecem este poder. Desta forma, não se comportam competitivamente e são fixadores de preço, em outras palavras, possuem poder de mercado.
Poder de mercado é a capacidade de determinar o preço de compra, no caso do comprador (poder de monopsônio) ou capacidade de determinar o preço de venda, no caso do vendedor (poder de monopólio).
O monopólio ocorre no mercado vendedor quando são presentes as seguintes circunstâncias:
a) presença de uma única empresa atuando;
b) inexistência de substitutos próximos para os bens que o monopolista produz;
c) existência de elevadas barreiras à entrada de novas empresas no mercado.
Já o monopsônio ocorre no mercado comprador quando há apenas uma única empresa compradora de um determinado produto e, nesse caso, o preço acaba sendo por ela determinado.
No caso do monopólio, como ela não toma o preço como dado pelo mercado (ele é capaz de influenciá-lo), não existe uma curva de oferta do monopolista. A quantidade produzida dependerá unicamente de sua capacidade de influenciar os preços, que é limitada pela curva de demanda. Nesse sentido, a curva de demanda do monopolista corresponde á curva demanda do mercado.
Se ele fixa um preço, o mercado é quem determinará a quantidade demandada, por outro lado, se ele estipula a quantidade a ser vendida, a resposta virá em termos do preço a que estaria disposto a pagar para absorver a quantidade ofertada.
Portanto, o aumento da produção no monopólio gera dois efeitos sobre a receita do monopolista:
Efeito quantidade: o aumento das vendas aumenta a receita, e
Efeito preço: para vender unidades adicionais, o monopolista deve reduzir o preço de todas as unidades vendidas, o que provoca uma redução na receita comparativamente àquela obtida com as quantidades vendidas anteriormente.
Assim, o resultado final sobre a receita total de um monopolista decorrente de variações nos preços dependerá da magnitude da elasticidade-preço da demanda. Para níveis de produção pequenos, em geral, a demanda é mais elástica. Por outro lado, para níveis de demanda maiores, a elasticidade preço, tende a ser menor, de modo que o efeito preço tende a superar o efeito quantidade.
O poder de mercado de um monopolista (poder de elevar preços, receitas e lucros simultaneamente) está diretamente ligado à elasticidade preço da demanda. Quando menos elástica for a demanda, maior será esse poder.

Mercados Pouco Competitivos
Este mercado representa uma estrutura intermediária entre a concorrência perfeita e o monopólio. É formado por poucos vendedores que competem entre si e que detém algum poder de mercado, ou seja, capacidade de afetar o preço por meio de ações individuais.
É a única estrutura de mercado em que as empresas levam em conta as ações dos concorrentes na tomada de decisões. Isso acontece porque há uma relação de interdependência entre elas: o lucro não depende somente das próprias ações, mas também das ações dos concorrentes.
Uma das soluções muito comum nesse tipo de mercado é o comportamento cooperativo. Firmas oligopolistas sabem que pode influenciar os preços de mercado e, portanto, que um aumento da produção reduz o preço. Desse modo, elas podem formar um acordo cooperativo para fixar os preços, quantidades ou dividir geograficamente o mercado com o objetivo de maximizar os lucros conjuntos da indústria.
O comportamento não cooperativo gera lucros menores se comparados ao comportamento cooperativo. Isso porque, se todas as empresas reagirem individualmente da mesma forma, se aproximarão a uma concorrência perfeita. Cabe ao governo adotar políticas e controles anti-truste, para que o consumidor final não saia prejudicado.
Outra solução é adotar produtos diferenciados, que permite um conjunto fiel de clientes e possibilita a prática do preço superior ao custo marginal.









MACROECONOMIA

2 - Comente a Política Fiscal, a Monetária e de Crédito e também a Cambial e Comercial considerando-se combater a inflação e gerar crescimento econômico.

Política Monetária e de Credito
O objetivo do governo com a Política Monetária é preparar a economia para o crescimento evitando a inflação. Ela é executada pelo BACEN que atua controlando a taxa de juros, a oferta de moeda através da casa da moeda e todo o dinheiro em circulação.
Quando o governo quer favorecer o crescimento da economia o BACEN retira ou resgata os títulos públicos do mercado colocando dinheiro em circulação, que aumenta a base monetária, isso significa mais dinheiro em circulação, diminuindo assim as taxa de juros praticadas no mercado. Quanto menor a taxa de juros maior a demanda por crédito.
Quando o governo observa um aumento da inflação o BACEN emite títulos públicos que retiram um excedente de dinheiro de circulação, diminuindo a base monetária, que por sua vez diminuem o crédito aumentando as taxas de juros.
Os instrumento utilizados pelo BACEN são o depósito compulsório e o OPEN MARKET (a compra e venda de títulos públicos).
A Política de Crédito do Governo é um instrumento da Política Monetária que oferece condições de crédito para estimular setores da economia específicos sem afetar a economia no geral. Isto ocorre através de linhas de financiamentos, porém com períodos mais longos, com taxas de juros mais baixas que as de mercado, garantias de pagamento menos exigentes, ou ainda financiamentos mais elevados.Podemos citar como exemplo empréstimo a agricultores e linhas de crédito que são concedidas através do BNDES, FINAME etc....

Política Cambial e Comercial
É o efeito da Globalização. De forma ampla trata das relações econômicas do Brasil com o Mundo.
O objetivo é contábil, ou seja, de equilibrar e ajustar as relações com o mundo exterior através da Política cambial além de fazer o controle do enorme fluxo financeiro de capitais. Dentro da Política cambial a Política Comercial estuda e regula a adoção de tarifas de importação, quotas, acordo bilaterais, MERCOSUL etc . A contabilização destas transações formam a BALANÇA DE PAGAMENTOS.
Sempre que ocorre entrada de dólares na economia brasileira, seja, através de investimentos estrangeiros diretos, empréstimos ou ainda aplicação de dinheiro especulativo a tendência é de que o real se valorize tornando o cambio mais baixo. Com o cambio mais baixo a tendência é combater a inflação pois, os produtos importados chegam aos brasileiros a um preço mais acessível forçando o produto nacional se manter a um preço estável ou diminuir.
Sempre que ocorre fuga de dinheiro especulativo, remessa de lucros de multinacionais ou pagamento de empréstimos, isto gera saída de dólares da economia brasileira, neste caso o real se desvaloriza tornando o cambio mais alto. Isto gera no mercado interno um favorecimento dos exportadores que preferirão vender sua produção ao exterior, pois, ganhariam mais que vender no mercado interno. Fator que gera aumento dos preços internos até a paridade com o preço externo e possível aumento geral da inflação.
Vale lembrar que a taxa de cambio no Brasil atualmente é flutuante onde o mercado é que determina o valor da taxa.
Assim sempre que há entrada de dólares na economia menor que a saída ocorre a oferta do mesmo que reduz a taxa de cambio, o que caracteriza o SUPERAVIT. O superávit força o BACEN a comprar dólares para evitar que o cambio não cai mais, dólares estes que o BACEN aplica nas reservas externas ou paga contas.
Quando há saída de dólares maior que a entrada ocorre a demanda que aumenta a taxa de cambio e gera o DEFICIT. O déficit força o BACEN a retirar dinheiro das reservas ou tomar dinheiro emprestado para fazer as transações necessárias.

Política Fiscal
A Política Fiscal do Governo é a relação que existe entre o que ele arrecada, como arrecada, de quem arrecada e como que ele gasta , com quem ele gasta e como ele gasta.
A intenção desta política é desenvolver e potencializar o crescimento do PIB, mantendo estabilizado os preços e a inflação e favorecendo a melhor distribuição de renda.
A forma como o Governo usa a Política Fiscal é simples.Sempre que ele quer fomentar o crescimento da economia já estagnada, com baixo crescimento e com estoques altos ele gera déficit em suas contas fazendo investimentos, favorecendo exportações, subsidiando impostos que criam uma demanda agregada, e que geram um aumento da base monetária e da renda das pessoas.
Em momentos de muito aquecimento na demanda que começa a provocar aumento de preços e da inflação devido a capacidade de produção inferior ao consumo o governo pode estimular as importações, cortar gastos públicos ou ainda aumentar a carga tributária através de inúmeros tributos, taxas e contribuições que retiram dinheiro de circulação (diminui a base monetária), que força a diminuição da demanda agregada e gera um desaquecimento da economia, gerando diminuição da renda do consumidor.

Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

MARKETING-MIX para o caldo de cana

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Administração de Marketing – Turma 124
Professor: Douglas Zela
Atividade: MARKETING-MIX para o produto Caldo de Cana
Alunos:
Alana Daniele Ferrari
Laurent Gürtler
Luciana Barazzetti
Marcio Kochhann
Marilucia Rodrigues da Silva
Tatiana de Mantova de Lima


PERGUNTA:

Diante da realidade apresentada no Case, como você elaboraria o Marketing - Mix (4P's) para o Produto "Caldo de Cana", considerando como Público Alvo, Classes Sociais mais elevadas?


Nome do Produto. TROPICANA

P1 Preço
O preço ao consumidor final foi estipulado em R$ 2,50 a R$3,00. Sugestão essa equivalente aos sucos naturais industrializados existentes no mercado.

P2 Produto
Produto diferenciado sendo, a principio, similar as bebidas naturais industrializadas como Sucos Del Valle ou Suco Mais, entretanto uma evolução tecnológica, pois não há nenhum outro caldo de cana no mercado. Apresentado em latas de 350ml prontos para consumo (preferencialmente sendo vendida gelada).
As corres da lata fariam uma ilusão ao caldo de cana nas corres naturais.

P3 Praça
O local da distribuição será nos locais de grande movimentação de pessoas das classes mais elevadas (A, B e C) como shoppings, academias e bares em conveniências com os produtos similares.

P4 Promoção
A promoção primeiramente seria com degustação dos mesmos e após através de mídia nos próprios shoppings, em revistas de produtos naturais, Internet e principalmente no ponto de venda, os bares mais refinados, com instalação de placas, mesas, cadeiras e até nas roupas dos garçons da marca TROPICANA.

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Análise do case RED BULL

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Administração de Marketing – Turma 124
Professor: Douglas Zela
Atividade: Análise do case RED BULL
AlunoS:
Alana Daniele Ferrari
Laurent Gürtler
Luciana Barazzetti
Marcio Kochhann
Marilucia Rodrigues da Silva
Tatiana de Mantova de Lima


Pergunta?

A que se atribui o sucesso do RED BULL no mundo e no Brasil?
O sucesso se deve a estratégia agressiva de Marketing (MKT), que foca um produto diferenciado e com alto valor agregado através de uma embalagem e design especial aliadas ao apelo de satisfazer as necessidades e desejos de vitalidade, energia, adrenalina ou sensações fortes do “jovens” de varias idades.
Em geral o marketing do RED BULL patrocina eventos esportivos radicais (saltos de moto, sky, corrida de aviões entre muitos outros.
Outra estratégia importante foi a imersão pioneira do RED BULL nas casas noturnas o que elevou sua popularidade e fidelidade, principalmente no Brasil.

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Marketing, mais que asas!

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING – Turma 124
Professor: DOUGLAS ZELA
Atividade: POSITION PAPER
Aluno: MARCIO KOCHHANN



Marketing, mais que asas!



INTRODUÇÃO


Se você é fã da bebida energética Red Bull com certeza já ouviu aquela frase “Só Red Bul te da asas” enquanto um “anjinho esquálido” sai voando, ou ainda caso você seja um admirador de motos Honda deve se lembrar da frase “Liberte seus sonhos nas asas da Honda” no qual um cego andava na garupa de uma moto.
Mas o que estas frases, vídeos ou imagens fazem você sentir? O que te faz pedir um Red Bull na balada diante de tantas outras marcas? Ou ainda no caso das motos quais as sensações que te fazem sentir vontade de ter e dirigir uma moto Honda e não uma moto Suzuki ou Yamaha?
Engraçado imaginar isto, mas buscando atender estas sensações e desejos encontramos uma ciência chamada Marketing, cuja finalidade básica é oferecer uma troca voluntária de nossos desejos por produtos.



O QUE É MARKETING?


Segundo o colunista famoso Max Gehringer, o Marketing, surgiu na antiga Grécia com o Deus Hermes, mas foi mais tarde a partir da palavra latina merce, a qual os franceses chamaram de marche a primeira referência ao termo para designar a comercialização de mercadorias no comércio da época.
Essa mania logo foi aderida pelos ingleses que mudaram sua grafia e pronuncia para MARKET, entretanto foi a partir de 1950 que os americanos viram que isso era mais que uma palavra sinônima de feirantes e a tornaram ciência a qual chamaram de MARKETING e que poderia ser traduzida na época como “tudo que influi na comercialização de um produto”.
O conceito mais atual é da American Marketing Association (AMA), entidade americana que centraliza todas as direções, normas e padrões de Marketing nos Estado Unidos da América (EUA), segundo ela:
"Marketing é a atividade, conjunto de instituições, bem como os processos de criação, comunicação, entrega e troca de ofertas que tenham valor para os clientes, parceiros e sociedade em geral."
Ainda segundo Peter Drucker, Marketing é “tornar supérfluo o esforço de venda... conhecer e atender tão bem o cliente que o produto/serviço seja adequado a ele e se venda sozinho”.
Partindo destes pressupostos podemos argumentar que o Marketing esta presente na comercialização de bens (carros e imóveis), serviços (restaurante ou médico), eventos promocionais (TIM Festival), experiências de viagens (Conheça a Praia da Joaquina em Santa Catarina), na representação de pessoas (eleições presidencias - Lula e Duda Mendonça), atração de empresas e pessoas para trabalho (sites de recrutamento), enfim para criar idéias que traduzam as esperanças das pessoas em vendas de produtos e serviços (O Boticário –Você pode ser o que Quiser).
Entretanto segundo explanação de Douglas Zela (ZELA) para cada aplicação acima é necessário priorizar o que trocaremos com os consumidores, isto é, o que vamos oferecer as pessoas que lhe tragam a satisfação de seus desejos ou ansiedades que resulte na troca por nossos produtos serviços, eventos, experiências, atrações ou idéias.
O estudo desta troca segundo Philip Kotler & Kevin L. Keller (KOTLER & KELLER) começa com a análise das mais variadas necessidades e desejos dos consumidores ou até mesmo em ajudar a descobrir o que os clientes querem.
O próximo passo é viabilizar um mercado-alvo, ou seja, um grupo de pessoas disposto a pagar pelo produto/ serviço.
Quando essa troca for bem sucedida e superar as expectativas iniciais temos o encantamento do cliente e com certeza o seu regresso diversas vezes.
Segundo KOTLER & KELLER esse regresso do cliente é muito importante para as empresas, pois a partir deste momento pode-se criar uma conexão empresa - cliente que abre um canal para a troca de informações.
Com este canal as empresas podem monitorar os clientes ( seus desejos e necessidades) informando-os sobre ofertas, engajando-os com movimentos sócio-ambientais e até mesmo incentivando-os a participar na implantação de novas idéias para as empresa,s enfim fidelizando-os.
Esta fidelidade dos clientes proporciona uma relação mais longa com a empresa e uma maior flexibilidade, visto esta integração oferecer mais opções personalizadas de atendimento.
Um exemplo esta nos EUA onde a NIKE (empresa fabricante de tênis) permite aos seus clientes personalizar seus tênis tanto em cores como tamanhos diferentes para o mesmo par.
Ações assim constroem um valor maior para a empresa tornando-a referência por satisfazer ou exceder as expectativas dos seus clientes melhor do que outros concorrentes.


CONCLUSÃO


O Marketing busca fornecer informações sobre os consumidores, seja sobre seus comportamentos, cultura, classe social ou fatores pessoais as quais servirão de base para aflorar seus desejos criando um mercado de troca voluntária.
O marketing também é um meio de comunicação cliente-empresa que visa desenvolver melhorias para encanta-lo, dispondo o que ele quer com mais comodidade e qualidade.
Assim quando vamos a balada o Red Bull aflora nos jovens a sensação de adrenalina, enquanto a emoção de uma moto Honda remete a necessidade de liberdade de locomoção.

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quinta-feira, 27 de março de 2008

Análise do filme O PODER ALÉM DA VIDA

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Qualidade de Vida – Autodesenvolvimento – Turma 167
Professor: Marcelo Karam Guerra
Atividade: Análise do filme O PODER ALÉM DA VIDA
Aluno: Marcio Kochhann



O filme: “O poder além da vida”, propõe uma reflexão interior, partindo do principio de que a força de vontade, a fissura em determinado objetivo por mais inatingível que pareça, pode ser alcançado, basta acreditar e lutar sem fraquejar.
A força interior demonstrada através do personagem principal, representa-se com nome de “Sócrates”, o suposto homem sábio, mais velho, que é a caricatura do próprio personagem, porém mais experiente, como acredita-se que será no futuro.
O Sócrates, o eu do personagem, faz ele acreditar no poder do pensamento e mostra-se decisivo para que o personagem ganhe o tão sonhado troféu.

Neste sentido a mensagem final nos faz pensar em alguns fatores chaves:

a) O que realmente queremos da vida e o poder que temos agora?
Não basta acumularmos conhecimento é necessário sabedoria, pois sabedoria é colocar em prática o conhecimento.

b) O que podemos fazer para mergulharmos em nosso interior, nos auto-conhecer, para melhorar nossa vida?
È necessário estarmos atentos para saber escutar e refletir sobre nossos atos.

c) A felicidade não se é obtida no final de uma conquista, mas sim durante seu desenrolar ou caminho.
É incrível como as experiências pelas quais somos submetidos ao longo da vida modificam nosso comportamento, sendo preciso uma derrota para se dar valor ao todo.

d) Todos temos em nosso interior, um gigante em potencial adormecido, o nosso espírito humano de superação, basta acreditarmos e liberta-lo, sendo 100% decidido no que fazemos e acreditando sempre que podemos ir além.

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Análise crítica do filme O FILHO DA NOIVA

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Qualidade de Vida – Autodesenvolvimento – Turma 167
Professor: Marcelo Karam Guerra
Atividade: Análise do filme O FILHO DA NOIVA
Aluno: Marcio Kochhann



Análise crítica do filme O FILHO DA NOIVA



O filme deixa claro o tema Capitalismo x Humanismo, ressaltando através do primeiro aspectos negativos, tais como: frigidez com a família, com o trabalho, insensibilidade, dinheiro a todo custo, rotina diária estressante sem diálogo, intolerância, rispidez e características similares como forma única de estabelecer competência e valores.
Contudo, num segundo momento do filme o personagem principal tem a oportunidade de rever todos os itens acima e reescrever sua nova vida. A partir de então, entra o humanismo, com características peculiares que envolvem o desprendimento materialista e abre caminhos para o arrependimento, a reflexão, o perdão, a busca de valores morais e familiares como para o amor e amizade, os quais haviam sido deixados de lado anteriormente.
Na correlação com a vida real, percebemos desde o inicio do filme que muitos, inclusive nós, vivemos esta vida estressante e corrida, o que faz do mesmo bastante realista e encaixado no século em que vivemos.
Entretanto, o acontecimento primordial do filme, o suposto infarto, é a peça fundamental para que ocorra a mudança de comportamento do personagem, talvez sem este acontecimento o mesmo jamais teria refletido sobre sua vida.
Na vida real, da mesma maneira muitas pessoas vivem sem jamais questionar ou repensar suas atitudes e só depois de um acontecimento trágico que põem sua própria vida em risco é que ocorre mudanças de valores.
No decorrer da vida nosso corpo mostra sinais (físicos e mentais) de que precisamos de descanso, de férias, mas como buscamos desenfreadamente provar competências no trabalho, construir bens materiais, reduzimos ou até mesmo ignoramos esses presságios.
Ao continuarmos neste ritmo sem darmos importância a estes sinais ocorre o colapso, momento em que enxergamos que de nada adianta o dinheiro, só então, percebemos que se tivéssemos dividido nosso tempo em partes iguais com a vida particular, familiar, amigos importantes e com o trabalho teríamos uma vida mais prazerosa, motivadora, sadia e mais humana.


Reflexões sobre a mensagem do filme:

Se o personagem não tivesse sofrido o infarto será que teria mudado ou revisto seu comportamento? Quantas pessoas só pensam sobre seus atos depois de já ter ocorrido o óbito, onde não há mais como voltar atrás? Será que ainda temos tempo de mudar isso em nossas vidas? O que nos impede de mudarmos para uma vida mais harmoniosa?

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Crítica do filme O ADVOGADO DO DIABO

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Qualidade de Vida – Autodesenvolvimento – Turma 167
Professor: Marcelo Karam Guerra
Atividade: Crítica do filme O ADVOGADO DO DIABO
Aluno: Marcio Kochhann





Crítica do filme O ADVOGADO DO DIABO.


O filme revela que as pessoas quando ficam obstinadas por um objetivo, no caso do filme uma carreira brilhante, negligenciam seus valores éticos, morais e ficam cegas perante as pessoas que as cercam ou o mundo.
A sociedade neoliberalista enche os olhos com ilusões e armadilhas. Entretanto as pessoas por natureza têm o direto ao livre arbítrio, isto é, deixar a obsessão da vaidade, da ganância para lutar pelo que é justo e correto ou pelo amor. O que não ocorreu no filme, visto que o personagem principal seguiu seus objetivos a tal ponto que tornou-se impossível retornar sua vida ao ponto de partida, virando uma obsessão ter mais e ir até as ultimas conseqüências, ao invés de ser.
Casos como este, mesmo que os outros avisem, que os fatos sejam claros e até evidentes, as pessoas neste caminho não percebem ou ignoram.
Contextualizando com o ambiente de trabalho é comum deparar-se com trabalhadores insatisfeitos e cheios de reclamações para com a empresa. Porém se for verificar a rotina de cada um deles será possível perceber a inércia em que se encontram, sem busca de aprimoramento ou qualquer outro tipo de investimento pessoal.
Eles culpam seus patrões, a sociedade, mas jamais pensam em qualificar-se para só então sair da posição que se encontram, tal qual o filme os funcionários em questão culpam os outros pelos sus erros cometidos e nunca a sim mesmos, neste sentido de culpa o personagem também delega aos outros o fracasso e nunca a si.
Um fato exagerado do filme foi levar todas as convicções ao extremo. Não precisamos ser os primeiros sempre.Um fato positivo do filme é as pessoas procurarem sua competência profissional, para serem profissionais realizados, lembrando, sem esquecer seus valores éticos e sua família.

Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.

Análise do livro O HOMEM MODERNO

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Qualidade de Vida – Autodesenvolvimento – Turma 167
Professor: Marcelo Karam Guerra
Atividade: Análise do livro O HOMEM MODERNO
Aluno: Marcio Kochhann



Resenha crítica do Livro O HOMEM MODERNO



Este livro foi escrito em 1996 por Enrique Rojas. Enrique nasceu na Espanha em 1959 e além de ser professor de Psiquiatria também foi diretor do Instituto Espanhol de Investigações Psiquiátricas.
De forma geral todos os assuntos foram analisados minuciosamente e o livro foi de fácil palavreado, fato importante que nos ajudou a acompanhar o pensamento do autor.
O autor neste livro nos fez refletir sobre o próprio homem de nossa sociedade, um assunto difícil e delicado devido a estarmos inseridos neste contexto e participarmos dele, ou seja, nós somos o homem moderno.
Embora o homem moderno tenha mais liberdade de expressão e mais conforto que o homem do final do século XIX, o autor, resgatando o momento presente nos levou a refletir sobre o novo perfil do homem moderno caracterizado por ser materialista (ter bens, ser repleto de desejos), hedônico (viver bem a qualquer custo), niilista (sem vínculos podendo fazer o que quer), permissivo (arrisca tudo e vai cada vez mais longe), que realiza revoluções sem finalidade nem projetos, tendo ainda como liberdade o ato de consumir e ser relativo com seus julgamentos de acordo com seus interesses.
Visivelmente, isto é percebido com a evolução da tecnologia, da comunicação e da Internet que não alcança a toda a sociedade, principalmente a de baixa renda que é excluída e que cria outra sociedade, a capitalista. Essa nova sociedade com enorme poder de compra utiliza todos os meios (comunicação e de força) a seu favor contra os que lhe perturbam.
Nessa relação consigo mesmo, o homem foge da realidade através das facilidades do mundo Moderno tentando “improvisar” sua vida buscando o bem estar na fórmula moderna da felicidade o prazer condicionado ao sexo (caracterizado pela relação sexual sem amor autêntico), seja tanto realizando o adultério, como saindo com várias pessoas ao mesmo tempo, ou escravizando sexualmente outras.
Surge aqui, segundo o autor o homem cool que é neutro e sem compromisso, curioso, frio e carente de amor autêntico.
O homem moderno traz também o juízo das relações para si, tornando tudo permitido conforme as suas necessidades e relativo conforme as mudanças que vão ocorrendo, embora se tenha um aparato de leis, os homens de poder e de dinheiro manobram a justiça a seu proveito.
Quanto as informações que recebe e que busca para seu aperfeiçoamento, o homem moderno cada vez mais se distancia de ajudar o próximo e a sociedade. Na maioria das vezes estas informações só lhe são úteis para seu trabalho ou passar tempo.
Isso pode ser constatado pelas revistas de fofoca que em vez de informar, pouco informam e sim mais comentam da vida alheia, principalmente da desgraça dos famosos. A TV que trás as informações de forma mais interativa segue no mesmo caminho criando tédio, jogando um grande numero de informações que o homem já cansado do seu dia-a-dia não raciocina e não compreende, usando a mais como distração.
A TV em suma é um vicio que gera um homem pouco culto, passivo, entregue sempre ao mais fácil. Para a TV ser educativa o homem deve ser sólido e capaz de realizar uma síntese das noticias para avançar em direção a um crescimento pessoal.
Outro problema criado pela TV e pelas revistas de fofoca é a moda, um instrumento utilizado para fazer as pessoas preencherem um vazio existencial não preenchido com valores morais.
A moda transmitida por esses meios preenche este espaço vazio com valores vulgares como o consumismo. Esse consumismo leva as pessoas a comprarem roupas, equipamentos, carros entre outros para parecem iguais aos atores e pertencente a uma classe superior a maioria da população.
O autor ainda colocou o fato de o homem moderno ser muito ansioso principalmente devido a não ter objetivos e deixado de sonhar com o futuro, navegando sem rumos e sem saber o que fazer, o que acarretou uma profunda incerteza com o amanhã impedindo-o de se relacionar com outras pessoas de forma mais amável.
Isso pode ser entendido como a falta de tempo do ser humano de desfrutar de momentos para conversar com sua família, praticar esportes ou ainda de ir a igreja.
Com varias mudanças em seu rumo o homem se entregou também as drogas para satisfazer as suas necessidades vazias de experiência e fugir desta realidade da sociedade que acredita ser auto-engano, com isso ficou prisioneiro e dependente de uma necessidade cada vez maior.
Este fato negativo é justificável pelo grande número de pessoas presas, pessoas desocupadas que pedem dinheiro na rua, que se embriagam e causam acidentes, além do horror que gera o tráfico destas substâncias e que a sociedade não pode reagir.
Os grandes prejudicados com essa onda são os jovens que buscam nas drogas uma forma de se libertar da sociedade opressora, curtir uma viagem para um mundo sem barreiras.
Os jovens ainda são alvos de propagandas impregnada de prazer ligado ao sexo para vender bebidas alcoólicas, visto a sua inclinação pelo novo e pelo desconhecido.
Outra abordagem apresentada foi quanto como é a vida do homem moderno.
A vida do homem moderno passou a ser sem sal nem açúcar, um novo tipo chamado LIGHT. É uma vida sem grandes idéias com ausência de aprofundamento em valores pessoais, com alta preocupação consigo mesmo, marcada por aproveitar sua vida de forma irracional, isto é, consumindo par se mostrar mais atraente, divertido e superior aos outros.
Poderíamos dizer, seguindo uma linha, que é quase impossível uma pessoa (a mulher principalmente) ensinar valores, como uma oração a seus filhos, pressupondo que ela trabalha de 8 a 12 horas por dia em seu emprego além de fazer as rotinas de casa.
Mas a vida do homem moderno não é só tristeza, fazendo uma checagem de sua vida podemos apontar soluções para o futuro como ter a felicidade como algo real, palpável, um projeto de vida ao ser humano.
Pressupondo que qualquer pessoa quer ser feliz e ter uma realização plena é necessário um projeto de vida, nele a felicidade será encontrada preenchendo os espaços de forma atraente e satisfatória.
Para o homem evoluir com esse projeto ele precisa ter força e determinação, simplificados em propósitos firmes, com ordem de priorizar as coisas e negar outras como também vontade de buscar o melhor. Assim estaremos bem conosco, contentes com a vida e procurando sempre não deixar a sociedade mudar nossos rumos.
Um exemplo é a pessoa que passam a vida trabalhando intensamente buscando ter bens e mais bens materiais, mas que se esqueceu de cuidar de sua família, de seu corpo e quando percebeu o erro estava doente em uma cama de hospital. Neste momento ela relembra o seu passado, sentindo a sensação de que além do posto de trabalho que já foi substituído perdeu uma vida.
O grande impacto gerado neste momento é que ela para pensar e começa a montar um projeto de vida, ancorando-se na força da família, em Deus e em seus valores internos.
Neste sentido também é preciso voltar aos valores e recuperar o humanismo da civilização procurando cultivar a sabedoria dos pensamentos, o significados dos nossos direitos civis e se apaixonando novamente pelas tradições (familiares) e ensinamentos religiosos (respeito pela vida).
O projeto não deve ser grandioso, quanto menos improvisado ele deve ser programado com um projeto prévio e sustentado em idéias e crenças sempre que possível acompanhado de tons positivos.
Este fato pode ser correlacionado com as clínicas de recuperação de drogados, onde o tratamento é lento, dolorido, demorado e que quando não acompanhado de perto fora deste ambiente tem alto índice de reiniciação ao vício.
Este programa se feito em pequenos passos “ilusões” e entusiasmo cria uma capacidade de superação constante para vencer.
Ao homem moderno também é importante eliminar o cinismo, um hábito que além de intensificar suas ações sarcásticas e insensíveis gera uma capacidade de se contradizer a ponto de defender com unhas e dentes algo hoje e amanhã odiar com todo seu rancor.
Isso pode ser alcançado pelo homem moderno desde que ele busque em seu íntimo o homem espiritual capaz de descobrir o belo e o nobre fugindo e negando o sexo, o dinheiro e o poder.
Esses valores autênticos são atribuídos principalmente pela igreja ao jovens, numa forma de informa-los que embora sejam livres a sociedade pode perverti-los.
Esses valores são o amor ao próximo, amar a Deus sobre todas as coisas, honrar pai e mãe, não matar, não furtar, não desejar a mulher do próximo, enfim os 10 MANDAMENTOS do catecismo católico.
É preciso recuperar nossa posição diante da vida procurando programar nosso projeto, pois quando sabemos para onde queremos ir os caminhos terão menos pedras e as dificuldades serão facilmente superadas.
Para isso devemos manter nossos velhos ideais, misturando ilusões aos novos objetivos criando assim um novo estilo de vida.

Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Como se realiza uma REUNIÂO (Exemplo)

Uma reunião serve para desenvolver as pessoas, pois segundo Dante Ricardo Quadros (DANTE), "a reunião implica em mudança pois analiza o que se tem, o que se pode fazer e repensa-se o que já se fez".


Detalhes de uma reunião.
a) Sempre pela manhã;
Durante o período matutino as pessoas estão mais descançadas, mais disponíveis.

b) Saber a pauta;
Para uma reunião ser otimizada a pauta deve fornecida um dia antes. Isso deixa as pessoas informadas do que ela tratará, assim todos ja vão sabendo do que se trata, podendo se preparar melhor. Uma reunião eficaz tem de 3 a 5 tópicos, evitando o cansaço e desvio de atenção.

c) Tempo;
Começa no horário definido na pauta e termina no horário previsto. Mínimo 15mim e máximo de 1hora(dependo do caso). Atrasos significam pouca ou baixa atenção ao conteúdo.

d) Forma:
Sempre em círculos pois facilita o contado olho-no-olho e a visualização das pessoas.
Evitar interrupções desligando telefones e avisando não serem possíveis saídas e entradas constantemente.
Reuniões com baixa lotação são mais eficazes. Se tiver muitas reuniões procurar dividir o pessoal em equipes.

Uma reunião se faz com pessoas e na sua base se tem um coordenador que tráz o assunto, uma memória que anota os fatos importantes, um relógio que marca o tempo e restringue os falantes e a platéia.
Toda reunião inicia coma a apresentação de 1 assunto que é introduzido pelo cordenador. Após as perguntas, idéias e sugestões começam a ser desdobradas sempre a direita do coordenador, passando para o próximo um por vez até terminar o círculo, evitando saltos.
O final de cada assunto é obtido após se exaurido todas as idéias e com o coordenador olhando para cada integrante e perguntando se ele concorda com o definido. A adesão de todos termina a reunião deste assunto podendo-se começar outro assunto.
Um líder inteligente, fala antes com cada pessoa que participará da reunião e procura colocar o sucesso do assunto, evitando o choques entre pessoas antagônicas.
Em equipes auto-gerenciaveis, nem sempre o líder é o coordenador de uma reunião. Neste tipo de equipe em que ocorre a liderança compartilhada todos podem liderar uma reunião ( as pessoas destas equipe ja tem essa competência, caso contrário é necessário treina-las).
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

UNIFAE - Faculdade Católica de Administração e Economia

Meus votos de muita prosperidade a UNIFAE - Faculdade Católica de Administração e Economia, localizada em Curitiba- Paraná, instituição com moral para mexer, ampliar os conhecimentos e fazer acontecer resultados em cada um de seus alunos.
Em suma um centro de excelência em ensino e modelo de Desenvolvimento Empresarial e Pessoal.

Site: http://www.fae.edu/a_fae/historico_fae.asp

Administração de Conflitos

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2007
Disciplina: Administração de Conflitos – Turma
Professor: Maria Aparecida Rhein Schirato
Atividade: Trabalho Individual
Aluno: Marcio Kochhann



Estudo de caso.



i O caso.

No horário do almoço um cliente fez pedido de 15 refeições dizendo ter pressa . O funcionário Aaaa encarregado vai a cozinha e ajuda a cozinheira a preparar as refeições. Durante o preparo discorda com a mesma da quantidade de alimentos com a qual as refeições estavam sendo feitas.
A cozinheira diz ser normal e ele pede para diminuir um pouco, nisto ela se zanga-se e eles discutem com tom diferente. Mesmo assim terminam as refeições.

ii O resto

A cozinheira comenta com o gerente que aqui ninguém a ajuda, que o encarregado disse a ela pra fazer assim, mas ela sempre fez deste jeito e que ele foi rude.

iii A queixa

QUERO SAIR (demissão). Não agüento mais.



1 – Matrix de Identidade

A – Empresa

Empresa de pequeno porte, com 16 funcionários, do ramo de alimentação, em funcionamento a mais de 6 anos, que atende público em geral, tipicamente familiar, onde toda a família trabalha.

B – Setor

Preparo das refeições (cozinha), horário do almoço, onde estavam a cozinheira e duas ajudantes.

C – Partes Envolvidas

C1- Aaaa (homem, solteiro, xx anos, função de encarregado, natural de xxxx, a quatro anos na empresa, 2º grau completo). Responsável por atender os clientes no salão e instruir os outros garçons a fazer e melhor atender os clientes.
C2- Bbbb ( mulher, viúva e com 5 filhos (sendo 2 casados), função de cozinheira, natural de xxxx, a 5 anos na empresa, primário completo). Responsável pelo preparo, elaboração e manipulação de alimentos e outros pratos e lanches da cozinha.

2 – Vinculo entre as Partes.

O convívio é intenso, geralmente sendo o encarregado pedindo porções a cozinha. Pode-se caracterizar um vinculo sem afetividade, trabalhando –se em COLETIVIDADE (cada um fazendo seus deveres, se interagindo somente quando necessário.

3 – Nível de Maturidade

C1- Aaaa (Psicossocial);
Pessoa adulta, responsável por ele mesmo, com várias relações sociasi.

C2- Bbbb (Psicossocial)
Pessoa adulta, com uma vida pessoal não tão boa porém com clareza de raciocínio.

4 – Instância

Grupal.
Conflito entre departamentos diferentes. Encarregado dos garçons com a Encarregada da cozinha.

5 – Encaminhamento

Faria uma negociação entre as partes, pois elas estão agitadas com a indefinição de papel e por não se respeitarem.
Neste caso, um acordo provisório e escrito seria feito com deveres e obrigações para as duas partes, durante um período de 15 dias.

Aaaa
1 passar seus conhecimentos sem constranger;
2 não discutir e procurar não elevar o tom;
3 procurar a gerencia em vez de repudiar;
4 atuar mais no salão com os garçons.

Bbbb
1 procurar não discutir ainda mais em circunstancias de urgência(pressa);
2 verificar se as quantidades de alimentos estão corretos com a gerencia;
3 procurar a gerencia no caso de novos conflitos.

Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.

Motivação existe?

UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2007
Disciplina: DESENVOLVIMENTO GERENCIAL – Turma 735
Professor: DANTE RICARDO QUADROS
Atividade: POSITION PAPER
Aluno: MARCIO KOCHHANN
Data de entrega do trabalho: 20/11/2007


A AULA DE MOTIVAÇÃO



INTRODUÇÃO


No atual mundo agitado, com enormes mudanças de tecnologia, produção, de cultura além do cotidiano, o que faz as pessoas trabalharem com vontade, dedicação na busca acelerada pelas empresas por mais produção, lucros e margem de eficiência sobre os concorrentes?
Essa energia pode ser compreendida como motivação!
A fórmula da motivação já vem sendo estudada desde 1950, porém até hoje não esta pronta.
Esse material procura fazer uma revisão dos conceitos de motivação existentes baseados em livros e artigos técnicos (revistas e internet), para saciar o desejo de compreender melhor o assunto tão necessário, procurado e ao mesmo tempo ainda não compreendido nas empresas em geral.


A MOTIVAÇÃO


Cronologicamente a motivação em épocas passadas era entendida segundo um modelo de Skinner, como um condicionamento, onde se conseguia que as pessoas se comportassem de acordo com padrões estabelecidos.
Nestes padrões adotava-se um conjunto de medidas administrativas onde se recompensava (prêmios em geral) ou se penalizava (demissão, suspensão) os trabalhadores, conseguindo assim atingir metas de produção ou conduta das pessoas.
Mais tarde o estudioso Frederick Herzberg, preocupado com estas modificações sugeriu uma proposta onde através de 2 fatores poderia-se motivar ou manter motivado as pessoas procurando aumentar consideravelmente a produção.
Estes fatores foram denominados de fatores de higiene e de satisfação motivacional, onde os de higiene garantiriam que as pessoas se sentiriam o mínimo possível insatisfeitas com o ambiente, ou seja, com seus colegas, seus superiores, as condições de trabalho, salário, segurança no emprego.
O segundo fator, a satisfação motivacional, já estaria ligada ao próprio indivíduo e ao seu trabalho, seria o fator responsável pela motivação interna, por exemplo: a realização pessoal, a responsabilidade, o trabalho em si e o reconhecimento pelo esforço.
Surgiram ainda teorias com a de Victor Vroom, chamada Teoria Contigencial da Motivação, onde chegou-se a um modelo de como as pessoas decidiriam racionalmente a se motivar ou não por um curso particular de ação.
Entretanto estudo recente publicados por Cecília W. Bergamini (BERGAMINI), criou um paradigma. A autora diz que não se pode motivar ninguém, o que se pode fazer é não desperdiçar o potencial já existente que motiva cada pessoa, pois a motivação nasce de necessidades e prioridades internas de cada um e não de fatores enternos.
Ainda segundo explanação de Dante Ricardo Quadros (DANTE) por cada pessoa ter uma necessidade, um valor, uma história, um momento, interesses, percepções e até mesmo orientação sexual diferentes ao longo da sua vida é impossível generalizar uma forma de motivar padrão, pois a motivação depende de cada pessoa.
Segundo BERGAMINI, o administrador ou o líder ou ainda o gerente tem somente a competência para liberar e proporcionar o pleno desenvolvimento destes motivos pelo qual o trabalhador faz seu trabalho.
Esse motivo é chamado motivação “(ato que motiva a ação)” sendo sua energia gerada pelos próprios indivíduos no seu mundo interior, segundo BERGAMINI, diferentemente do que muito pensam, não respondem a nenhum tipo de controle do mundo exterior.
Motivação também pode ser conceituada como “estado interno que da sentido a muitas ações e existências” (DANTE), ou “a motivação é baseada em emoções, especificamente, pela busca por experiências emocionais positivas e por evitar as negativas, onde positivo e negativo são definidos pelo estado individual do cérebro, e não por normas sociais” (Wikipédia).
Atualmente o estudo da motivação consiste na pesquisa dos motivos pelos quais as pessoas fazem o que fazem, e se encaminham em direção a seus objetivos, utilizando o trabalho como uma plataforma para conseguir suas expectativas, isto é, o desejo de trabalhar seria necessariamente afetivamente alimentada pelos seus objetivos.
Segundo BERGAMINI a última abordagem sobre o tema diz que a motivação é um processo que provoca um movimento interior experimentado que leva o individuo a mobilizar e utilizar suas forças existentes em seu intimo.
Segundo o autor Armando Terribilli Filho (FILHO), que também defende a idéia de BERGAMINI, conceitualmente ninguém motiva ninguém, o que pode ser feito é incentivar e estimular alguém, uma vez que a motivação é intrínseca a pessoa.
FILHO afirma ainda que os motivos que efetivamente auxiliam a liberação desta energia e satisfazem são: o crescimento profissional, conhecimento, responsabilidade, reconhecimento.
Outras formas com que os administradores pode contribuir é através da criação de um ambiente de confiança mútua onde as pessoas aceitem novas responsabilidades, ensinam e aprendam e sejam reconhecidas pelas suas conquistas para que possam se sentir realizadas por sua atuação profissional.
Ainda segundo FILHO, todo gerente deve incentivar e estimular os profissionais de sua equipe, através da cultura organizacional e políticas internas da empresa.
O educador DANTE diz ainda, o principal fato gerador da motivação é a pessoa se auto-realizar. Isso pode ser entendido como: estar satisfeita no trabalho, fazendo algo que gosta, que lhe interessa, assim conseqüentemente ela produzira mais e com mais qualidade além de ser mais criativa e inovadora.
Segundo Rupert Eales (EALES) algumas estratégias são fundamentais para auxiliar a motivação, entre elas:

1 Promover um feedback efetivo, isto é, mostrar através de exemplos a certeza onde existe dúvidas, reafirmar os conhecimentos que demonstramos serem relevantes no trabalho, firmar um plano de ação envolvendo as duas partes.
2 Delegar poderes, isto não é, despejar responsabilidades. Delegar poder pode ser feito de forma planejada, dando poderes ao subordinado que tem potencial de ser aproveitado. Dessa forma o stress de ambas as partes pode ser aliviado.
3 Gerenciar e assumir os riscos do aprendizado ao invés de repreender para evitar conseqüências como do “deixar acontecer”.
4 Treinar e desenvolver os funcionários deixando-os escolher o tipo de treinamento que gostariam em relação a um tema chave, em vez de introduzir um programa formal de treinamento e desenvolvimento com muitas palestras, lições de moral e reprovações. Empresas como IBM e BOEING utilizam programas que se baseiam em explicações simples e diretas em pequenos grupos com uma revisão em equipe de resultados e experiências.
5 Reconhecer um BOM TRABALHO, um simples elogio tem mais poder motivacional de que 1000 palavras de repreensão.

Entretanto o líder, ou gerente necessita ter habilidade para se utilizar destes instrumentos em sua caminhada. Estas habilidades desejáveis para o despertar motivacional podem ser encabeçadas, segundo EALES por:
A Fazer perguntas com eficácia, perguntas que deixam o subordinado descobrir por si próprio seus pontos fracos e fortes, em vez de empurrar com uma conversa seus pontos fortes e fracos ou resolver o problema para ele.
B Responder quando perguntado. Esta forma de dividir o conhecimento, suas experiências e opiniões dão suporte e orienta.
C Ouvir atentamente procurando não julgar, prestando atenção na linguagem corporal do colaborador (posturas, gestos, tons, expressões etc) e se possível em silêncio, para procurar identificar o que a pessoa tenta ocultar.
D Desenvolver a criatividade das pessoas evitando principalmente criticar as idéias, assim as contribuições individuais serão ampliadas e podem garantir ótimas soluções.
E Identificar a performance das pessoas. Uma palavra de elogio quando acima de um padrão ou descobrindo ações necessárias e suportes pra aqueles que estão abaixo da média.



CONCLUSÃO


Concluímos que as primeiras formas de motivação tinham um objetivo comum de motivar qualquer empregado de qualquer tipo de instituição, posteriormente baseou-se a motivação numa troca por incentivos.
Entretanto atualmente descobriu-se que ninguém motiva ninguém, elas (as pessoas) somente são motivas por elas mesmas na vontade de atender suas necessidades.
Como então cada pessoa é motivada de uma forma diferente, o que se pode fazer é induzir as pessoas identificando suas aspirações, desejos e desafios além de elogiar, desenvolver e reconhecer cada um em especial.
Como motivar deve ser a forma como o gestor deve usar de sua liderança para reconhecer, ouvir, perguntar, elogiar, desenvolver e dar feedback a cada ação que o individuo faz para atingir um padrão.

Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.

Autobiografia do autor

Olá. Sou Marcio Kochhann, trabalho na Área de Serviços e além de muito curioso, interesso-me por novidades em todos os níveis, entre elas, Ciência, Economia, Tecnologia, Humor (quadrinhos) e Design de carros.
Nasci em junho de 1981 na pequena cidade de Medianeira interior do Paraná, nesta época aprendi desde cedo a arte de plantar e colher cereais no campo como a manejar animais de uso doméstico.
Sou formado a nível médio em Técnico de Alimentos pelo antigo CEFET/PR ( hoje UTFPR) e a nível superiro sou Bacharel em Administração com ênfase em Comércio Exterior pela FAFIPAR registrado no Conselho Regional de Administração do Paraná (CRA/PR).
Atualmente estou me especializando em Desenvolvimento Gerencial no Centro BOM JESUS (UNIFAE -Curitiba).
Espero com este Blog partilhar um pouco do conhecimento que venho adquirindo e assim contribuir para ao desenvolvimento de um futuro melhor.

Atenciosamente,

Adm. Marcio Kochhann