UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Administração de Custos – Turma 524
Professor: Cleonice Bastos Pompermayer
Atividade: Exercícios do artigo “Sistemas de Gestão de Custos”
Aluno: Marcio Kochhann
1) Cite e comente as dificuldades conceituais enfrentadas geralmente, na implantação de sistemas de custos?
R2 – As dificuldades conceituais se baseiam na divergência entre o conceito real do custo (uso dos recursos e sua transformação) e a habitual visão de custo monetário. Disso derivam ações às vezes nem sempre pensadas de que custo na empresa também e sinônimo de investimento, pois para se produzir e necessários recursos, pessoas, maquinas. Estas duas consomem os recursos e os transformam em produtos final,visão esta que deveria ser ampliada para se produzir os mesmos produtos com menos recursos, ou ainda produzir mais com mais tecnologia para ganhar em escala.
Outra dificuldade é sobre o entendimento de que o sistema de informação estratégico é mais que uma simples tabelas com dados. As informações de custos além de auxiliar a empresa beneficiam a integração entre as diversas áreas dentro da empresa para juntas serem capazes de fornecer informações para apoiar a tomada de decisões estratégicas.
Outro fator é a escolha de um método de custeio inadequado para a organização, visto que as empresas não fazem uma analise criteriosa de o que querem e quais os usos e funções deste ou daquele método.
2) Quais são as três fases da contabilidade de custos? E quais as suas funções?
R2 – As três fases são a coleta, o processamento e as informações.
A coleta de dados tem a função de reunir os dados disponíveis nos diversos subsistemas da empresa de forma planejada, organizada e integrada.
O processamento recebe os dados e os organiza em seções, seja, de acumulação, análise ou interpretação para a obtenção de informações compatíveis com as que se necessita.
As informações geradas com os dados anteriores serão agora disponibilizadas as necessidades gerenciais especificas para a obtenção de metas e objetivos, formulação de parâmetros e prioridades nas diversas áreas e hierarquias existentes.
3) Como podem ser caracterizados os métodos de custeio tradicionais?
Eles são caracterizados em materiais utilizados na produção, no meio de obra empregado e seus custos indiretos de fabricação.
Os seus princípios contábeis são a realização, a competência, a confrontação, a relevância, o custo histórico e a consistência.
4) Comente as principais características dos métodos de custeio voltados para a gestão de custos?
A existência de competidores globais fazem com que as empresas se tornem cada dia mais competitivas e isso intensifica o uso de novas tecnologias e métodos de custeio.
O método ABC é um método que analisa os custos diretamente identificáveis com as atividades relevantes da empresa e de seus produtos/serviços.
O custo–meta é um método de redução de custos no planejamento ou desenvolvimento de novo produto.
O Custo KAIZEN, produto japonês, busca a redução de custos em todas as etapas de manufatura e em todos os seus turnos.
5) Quais os cuidados a serem tomados e as dificuldades gerais encontradas na implantação de um sistema de custos e explicite como as mesmas podem ser suplantada?
O cuidado principal é definir se a empresa buscará um método de liderança em redução de custos ou enfatizará uma estratégia de diferenciação.
Se for diferenciação, isso exigira mais recursos e isso terá mais custos, porém podem ser compensados por lucros maiores.
Se for por custos será necessária uma redução dos custos pela experiência, controle rígido, minimização de P&D e MKT sem descuidar da qualidade.
6) Cite os cuidados e as dificuldades gerais encontradas na implantação de um sistema de custos e explicite como as mesmas podem ser suplantadas?
Exige abordagem especifica, sensibilização das relações humanas e adequação de tecnologias.
A abordagem deve ser feita e aceita em todas as hierarquias da organização para uma analise cuidadosa dos dados e alimentação do sistema.
Deve-se também treinar as pessoas para a utilização da informática para com isso introduzi-las no sistema.
Finalmente esclarecer os objetivos que a empresa almeja e as metas definidas para as pessoas as conhecerem e se estruturarem melhor, sem ficarem com receios.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Exercicios
UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Administração de Custos – Turma 524
Professor: Cleonice Bastos Pompermayer
Atividade: Caso Pênalti Linhas Aéreas S.A
Aluno: Marcio Kochhann
Questionário:
1) Tomando-se por base os setores operacional, administrativo e comercial da Pênalti, destaque qual o setor onde a empresa planejou a maior otimização dos recursos (redução de cistos)?
R1 A maior redução de custos foi na área de operação, tomando se por critério o serviço de transporte.
2) Identifique, mediante os conceitos de gestão de custos, os custos(diretos, indiretos, fixos e variáveis), as despesas administrativas e as despesas comerciais?
a) redução dos funcionários operacionais (mão-de-obra dentro do avião)
custo = área de produção / serviço
fixo = invariável com a produção
direto= fácil de calcular
b) controle informatizado das passagens
despesa = área de vendas
comercial
c)economia de 12% no consumo de combustível
custo = área de produção / serviço
direto = insumo (matéria-prima do avião)
variável= é sobre o total do volume gasto
d)redução de 5% na manutenção das aeronaves e peças de reposição
custo = área de produção / serviço
indireto = só se utiliza caso ocorra defeitos no avião
variável = será sobre todas as peças (montante)
e) treinamento de pessoal
custo = área de produção / serviço
indireto = difícil de mensurar o tipo de treinamento e quantidade
variável = sobre quantas pessoas farão
f)redução das despesas com alimentação dos passageiros
custo = área de produção / serviço
indireto= se tiver passageiros será servido, se não tiver não serão utilizados
fixo = se cada passageiro come uma unidade poderemos medir
e) redução de 40% no material de limpeza e utensílios
custo = área de produção / serviço
indireto = depende de acontecer um vôo ou não
variável = não pode se precisar condições ambientais, comportamentais, quantitativos
f) terceirização de atividades pela gestão administrativa
despesas administrativas
g)redução das pessoas no atendimento comercial para vender passagens e manusear documentos
despesas comerciais
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.
Disciplina: Administração de Custos – Turma 524
Professor: Cleonice Bastos Pompermayer
Atividade: Caso Pênalti Linhas Aéreas S.A
Aluno: Marcio Kochhann
Questionário:
1) Tomando-se por base os setores operacional, administrativo e comercial da Pênalti, destaque qual o setor onde a empresa planejou a maior otimização dos recursos (redução de cistos)?
R1 A maior redução de custos foi na área de operação, tomando se por critério o serviço de transporte.
2) Identifique, mediante os conceitos de gestão de custos, os custos(diretos, indiretos, fixos e variáveis), as despesas administrativas e as despesas comerciais?
a) redução dos funcionários operacionais (mão-de-obra dentro do avião)
custo = área de produção / serviço
fixo = invariável com a produção
direto= fácil de calcular
b) controle informatizado das passagens
despesa = área de vendas
comercial
c)economia de 12% no consumo de combustível
custo = área de produção / serviço
direto = insumo (matéria-prima do avião)
variável= é sobre o total do volume gasto
d)redução de 5% na manutenção das aeronaves e peças de reposição
custo = área de produção / serviço
indireto = só se utiliza caso ocorra defeitos no avião
variável = será sobre todas as peças (montante)
e) treinamento de pessoal
custo = área de produção / serviço
indireto = difícil de mensurar o tipo de treinamento e quantidade
variável = sobre quantas pessoas farão
f)redução das despesas com alimentação dos passageiros
custo = área de produção / serviço
indireto= se tiver passageiros será servido, se não tiver não serão utilizados
fixo = se cada passageiro come uma unidade poderemos medir
e) redução de 40% no material de limpeza e utensílios
custo = área de produção / serviço
indireto = depende de acontecer um vôo ou não
variável = não pode se precisar condições ambientais, comportamentais, quantitativos
f) terceirização de atividades pela gestão administrativa
despesas administrativas
g)redução das pessoas no atendimento comercial para vender passagens e manusear documentos
despesas comerciais
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sábado, 2 de agosto de 2008
Resenha do livro A Sabedoria Dos Monges na Arte de Liderar Pessoas
UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Auto Gerenciamento de Vida e Carreira – Turma 440
Professor: Emilio Carlos de Castro Paiva
Atividade: Análise de livro
Aluno: Marcio Kochhann
RESENHA DO LIVRO
A SABEDORIA DOS MONGES NA ARTE DE LIDERAR PESSOAS
Este livro foi escrito em 2006 pelo monge beneditino Anselm Grun.
GRUN nasceu na Alemanha em 1945 e atualmente é além de monge celeireiro do Monsteiro Münsterschwarzach (Alemanha). Anselm escreveu ainda vários outros livros e até hoje realiza cursos e palestras em escolas e empresas.
Segundo GRUN hoje em dia são oferecidos vários cursos de Liderança pelas empresas aos seus funcionários para que eles compreendam como exercê-la de maneira efetiva, entretanto a maioria destes cursos trata dos métodos e poucos dos princípios de liderança.
Os princípios de liderança se baseiam na questão de como deve ser constituída a personalidade da pessoa que vai liderar e de como este alguém tem de trabalhar em si mesmo para afinal liderar.
Analisando os escritos de GRUN, percebemos que o líder, ali chamado de celeireiro por estar no ambiente dos monges, deve possuir algumas características distintas, entre elas:
a) ser experiente, tanto tendo a sabedoria do que é correto como a prática com as coisas e nas relações interpessoais;
b) ser uma pessoa madura, segura de suas ações;
c) ser sereno, ou seja, capaz de estar bem consigo mesmo, criando um clima agradável ao seu redor onde as pessoas se sintam tranqüilas e possam trabalhar com prazer;
d) não tardar muito nas decisões, ação que evita a ansiedade nas pessoas, os ressentimentos e não paralisa a pessoa que fica no aguardo da resposta a qual durante este tempo necessariamente produz menos;
e) deve estar seguro das emoções que o estimulam, dos desejos que lhe afloram e das paixões que lhe guiam;
f) ser como um pai que estimule seus colaboradores a fazer algo novo, que apóie a procurar novos caminhos, que desperte a vida.
A arte de liderar, segundo o autor, envolve realizar as tarefas e principalmente zelar pelas pessoas e pelas coisas ao seu redor.
Quando na posição de líder devemos procurar compreender nossos colaboradores, dando atenção, trazendo novas idéias, envolvendo-os numa fantasia, ou buscando seu apoio para darmos continuidade às tarefas. Deste modo estamos formando um clima favorável ao trabalho prazeroso e isso é o primeiro passo para que eles cuidem melhor dos nossos clientes.
Quando afligimos ou não prestamos atenção neles criamos magoas e estas deselegâncias elas passarão aos clientes desprezando-os e ainda, mais adiante procurarão sair da empresa para encontrar um trabalho mais satisfatório.
Neste sentido o líder deve estimular a criatividade das pessoas para que elas deixem de simplesmente fazer as coisas e passem a trabalhar com prazer (devoção) o que pode ser feito acompanhando as necessidades delas.
Dentre os vários assuntos expostos, GRUN, cita que o líder não deve esquecer de si próprio, pois caso desconheça suas necessidades e desejos ele semeará inconscientemente seu desânimo e descrença sobre seus colaboradores. Como embora nem sempre escolhemos as tarefas ou o trabalho que desejamos ou queremos é nossa responsabilidade dar-lhe um sentido, mesmo que passageiro, para que ele seja divertido e prazeroso, só assim teremos forças para liderar as pessoas e cuidar das coisas.
É importante salientar que o líder que trabalha demais não adquire necessariamente mais uma virtude. O trabalho em excesso pode sim causar um desequilíbrio e criar um lado sombrio e repreensivo. Este lado repreensivo pode torna-lo agressivo e o trabalho que deveria construir passa agora a destruí-lo, ocorrendo casos de dependência química (remédios ou bebidas).
Faz-se assim, necessário que o líder tenha um equilíbrio entre trabalho e lazer, entre determinação e suavidade. Este equilíbrio lhe proporcionará uma serenidade maior pra resolver conflitos e acalmar os futuros conflitos.
Por fim concordando com ANSELM GRUN, devemos ter a convicção que a liderança é um instrumento que dá ao líder a base para a formação de um clima de trabalho transparente e de confiança, onde os objetivos são fazer com que os colaboradores convivam lado a lado formulando seus objetivos em comum e não lutando uns contra os outros.
A verdadeira disposição para o trabalho poderá ser melhor transmitida pelo líder aos seus funcionários quando ele transmitir suas mensagens com respeito, não se deixar paralisar pelos problemas, solucionar os conflitos que surgirem, conduzir as informações com transparência enfim elevando a estima e os levando a sérios. Para os bons funcionários, hoje em dia, ganhar dinheiro já não é o suficiente, eles exigem também uma cultura organizacional convincente, visto que eles não levam apenas os próprios interesses profissionais em consideração.
Caso as pessoas sejam continuamente ofendidas pelos seus superiores sem poderem se defender isso causara uma tristeza e depressão que resultará numa revolta interna e futura vingança contra seu gestor.
Podemos acreditar que o líder ou qualquer um de nós deve ter entre suas dimensões de vida além do trabalho que lhe gratifica, dos princípios que lhe direcionam um tempo para momentos de lazer e cuidados para consigo mesmo e para com sua família.
Será a somas destes fatores que lhe dará equilíbrio para sua balança de emoções e o ajudara a ter parâmetros para decidir mais fácil e rápido.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor
Disciplina: Auto Gerenciamento de Vida e Carreira – Turma 440
Professor: Emilio Carlos de Castro Paiva
Atividade: Análise de livro
Aluno: Marcio Kochhann
RESENHA DO LIVRO
A SABEDORIA DOS MONGES NA ARTE DE LIDERAR PESSOAS
Este livro foi escrito em 2006 pelo monge beneditino Anselm Grun.
GRUN nasceu na Alemanha em 1945 e atualmente é além de monge celeireiro do Monsteiro Münsterschwarzach (Alemanha). Anselm escreveu ainda vários outros livros e até hoje realiza cursos e palestras em escolas e empresas.
Segundo GRUN hoje em dia são oferecidos vários cursos de Liderança pelas empresas aos seus funcionários para que eles compreendam como exercê-la de maneira efetiva, entretanto a maioria destes cursos trata dos métodos e poucos dos princípios de liderança.
Os princípios de liderança se baseiam na questão de como deve ser constituída a personalidade da pessoa que vai liderar e de como este alguém tem de trabalhar em si mesmo para afinal liderar.
Analisando os escritos de GRUN, percebemos que o líder, ali chamado de celeireiro por estar no ambiente dos monges, deve possuir algumas características distintas, entre elas:
a) ser experiente, tanto tendo a sabedoria do que é correto como a prática com as coisas e nas relações interpessoais;
b) ser uma pessoa madura, segura de suas ações;
c) ser sereno, ou seja, capaz de estar bem consigo mesmo, criando um clima agradável ao seu redor onde as pessoas se sintam tranqüilas e possam trabalhar com prazer;
d) não tardar muito nas decisões, ação que evita a ansiedade nas pessoas, os ressentimentos e não paralisa a pessoa que fica no aguardo da resposta a qual durante este tempo necessariamente produz menos;
e) deve estar seguro das emoções que o estimulam, dos desejos que lhe afloram e das paixões que lhe guiam;
f) ser como um pai que estimule seus colaboradores a fazer algo novo, que apóie a procurar novos caminhos, que desperte a vida.
A arte de liderar, segundo o autor, envolve realizar as tarefas e principalmente zelar pelas pessoas e pelas coisas ao seu redor.
Quando na posição de líder devemos procurar compreender nossos colaboradores, dando atenção, trazendo novas idéias, envolvendo-os numa fantasia, ou buscando seu apoio para darmos continuidade às tarefas. Deste modo estamos formando um clima favorável ao trabalho prazeroso e isso é o primeiro passo para que eles cuidem melhor dos nossos clientes.
Quando afligimos ou não prestamos atenção neles criamos magoas e estas deselegâncias elas passarão aos clientes desprezando-os e ainda, mais adiante procurarão sair da empresa para encontrar um trabalho mais satisfatório.
Neste sentido o líder deve estimular a criatividade das pessoas para que elas deixem de simplesmente fazer as coisas e passem a trabalhar com prazer (devoção) o que pode ser feito acompanhando as necessidades delas.
Dentre os vários assuntos expostos, GRUN, cita que o líder não deve esquecer de si próprio, pois caso desconheça suas necessidades e desejos ele semeará inconscientemente seu desânimo e descrença sobre seus colaboradores. Como embora nem sempre escolhemos as tarefas ou o trabalho que desejamos ou queremos é nossa responsabilidade dar-lhe um sentido, mesmo que passageiro, para que ele seja divertido e prazeroso, só assim teremos forças para liderar as pessoas e cuidar das coisas.
É importante salientar que o líder que trabalha demais não adquire necessariamente mais uma virtude. O trabalho em excesso pode sim causar um desequilíbrio e criar um lado sombrio e repreensivo. Este lado repreensivo pode torna-lo agressivo e o trabalho que deveria construir passa agora a destruí-lo, ocorrendo casos de dependência química (remédios ou bebidas).
Faz-se assim, necessário que o líder tenha um equilíbrio entre trabalho e lazer, entre determinação e suavidade. Este equilíbrio lhe proporcionará uma serenidade maior pra resolver conflitos e acalmar os futuros conflitos.
Por fim concordando com ANSELM GRUN, devemos ter a convicção que a liderança é um instrumento que dá ao líder a base para a formação de um clima de trabalho transparente e de confiança, onde os objetivos são fazer com que os colaboradores convivam lado a lado formulando seus objetivos em comum e não lutando uns contra os outros.
A verdadeira disposição para o trabalho poderá ser melhor transmitida pelo líder aos seus funcionários quando ele transmitir suas mensagens com respeito, não se deixar paralisar pelos problemas, solucionar os conflitos que surgirem, conduzir as informações com transparência enfim elevando a estima e os levando a sérios. Para os bons funcionários, hoje em dia, ganhar dinheiro já não é o suficiente, eles exigem também uma cultura organizacional convincente, visto que eles não levam apenas os próprios interesses profissionais em consideração.
Caso as pessoas sejam continuamente ofendidas pelos seus superiores sem poderem se defender isso causara uma tristeza e depressão que resultará numa revolta interna e futura vingança contra seu gestor.
Podemos acreditar que o líder ou qualquer um de nós deve ter entre suas dimensões de vida além do trabalho que lhe gratifica, dos princípios que lhe direcionam um tempo para momentos de lazer e cuidados para consigo mesmo e para com sua família.
Será a somas destes fatores que lhe dará equilíbrio para sua balança de emoções e o ajudara a ter parâmetros para decidir mais fácil e rápido.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor
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sexta-feira, 27 de junho de 2008
Macro e Microeconomia
CDE - FAE POS GRADUAÇÃO
Disciplina.: Economia Aplicada à Empresa
Professor.:Eugenio Libreloto Stefanelo
Alunos.:
ALEXANDRE ZARATINI
ARIANE CORDEIRO
GUILHERME AMADONI
MARCO ANTONIO VILLAS BÔAS
MARCIO KOCHHANN
PAULO HENRIQUE CZELUSNIAK
Analise de fatores da Micro e Macroeconomia
MICROECONOMIA E MACROECONOMIA
1 – Visão sobre precificação em estruturas competitivas, pouco ou não competitivas de mercado.
Um dos fatores chave no desempenho da empresa é a Precificação, pois os métodos e as políticas de formação de preço determinam o sucesso ou não do negócio nas fases do seu ciclo de vida. O que torna importante, para isso, o conhecimento da estrutura organizacional e sua adequação à demanda pela cadeia de valor.
Na precificação a análise dos custos determina qual o mínimo a ser cobrado dos clientes. A análise dos preços dos concorrentes e dos produtos substitutos permite à empresa redefinir o preço médio aceito pelo mercado. Com o conhecimento das características de agregação de valor dos seus produtos, obtém o máximo possível a ser cobrado no preço de venda. O processo de precificação determina os métodos e políticas utilizados para obter uma melhor posição competitiva no mercado.
Por mercado, entende-se como uma área geográfica, dentro da qual existe o encontro de vendedores e compradores. Um mercado pode estar em qualquer lugar, não precisa ser necessariamente um lugar físico. Nele estão presentes os fundamentos da oferta e da demanda, que são as forças que movem as economias de mercado e representam os interesses de consumidores e produtores (compradores e vendedores).
Para saber que decisão tomar na formação do preço de venda, antes é necessário prever qual seu real impacto sobre a oferta e demanda. Por isso, ter o conhecimento sobre qual mercado atua é de fundamental importância. Podem ser eles mercado competitivo, pouco ou não competitivo.
Mercado Competitivo
Para ser considerado competitivo, um determinado mercado deve apresentar as seguintes características:
a) Grande número de compradores e vendedores, de tal modo que nenhum deles possa, individualmente, influenciar o preço de um produto ao decidir comprar ou vender.
b) Produto homogêneo, ou seja, o produto de uma empresa pode ser perfeitamente substituído por um produto similar de outra empresa.
c) Ausência de restrições à procura, à oferta e aos preços de qualquer produto que esteja sendo negociado, ou seja, não deve haver intervenção governamental no mercado.
d) Mobilidade das empresas, de tal forma que novas empresas possam entrar no mercado.
Em um mercado competitivo, quem determina o preço de equilíbrio são as condições de oferta e demanda, ou seja, o próprio mercado. Todos os vendedores recebem o mesmo preço de venda do produto – denominado preço de mercado. Os compradores não irão adquirir um produto mais caro, sabendo que poderão adquiri-lo a um preço menor. Por outro lado, os vendedores não venderão mais barato, sabendo que poderão vendê-lo a um preço maior. Dessa forma, uma vez alcançado o preço de equilíbrio, há uma tendência natural de que o preço não se altere, pois não existem motivos para isso. A não ser que ocorram mudanças nas condições de oferta e demanda.
Exemplo:
Suponha que os desejos das empresas em ofertar produtos superem os desejos dos consumidores em adquiri-los. Nesse ponto não há coincidência de desejos, portanto, não pode ser um preço de equilíbrio. Tecnicamente, há um excesso de oferta do produto.
Nesta situação, as forças de mercado agirão para reduzir esse mercado ao ponto de equilíbrio. Os vendedores perceberão que não conseguem vender tudo o que desejam, e caso produzam essa quantidade, seus estoques aumentarão. Assim, como há perfeita informação, os consumidores percebem o excesso da oferta e passam a negociar o preço. Motivo pela qual as empresas oferecem o produto a preço menor.
Esse menor preço resultará em incentivos distintos para consumidores e produtores. Os primeiros desejarão mais produtos e os últimos não serão incentivados a produzir a mesma quantidade de antes. Esse movimento de redução nos preços, na quantidade produzida e de elevação no desejo dos consumidores em adquirir o bem ou serviço acontecerá até que a oferta e demanda se igualem novamente.
Portanto, em mercados competitivos, e preço de um bem sempre cai quando há um excesso de oferta e sempre sobe quando há escassez de oferta.
Mercado Não Competitivo
O Mercado Não Competitivo caracteriza-se pelo fato de que compradores e/ou vendedores têm poder de mercado e reconhecem este poder. Desta forma, não se comportam competitivamente e são fixadores de preço, em outras palavras, possuem poder de mercado.
Poder de mercado é a capacidade de determinar o preço de compra, no caso do comprador (poder de monopsônio) ou capacidade de determinar o preço de venda, no caso do vendedor (poder de monopólio).
O monopólio ocorre no mercado vendedor quando são presentes as seguintes circunstâncias:
a) presença de uma única empresa atuando;
b) inexistência de substitutos próximos para os bens que o monopolista produz;
c) existência de elevadas barreiras à entrada de novas empresas no mercado.
Já o monopsônio ocorre no mercado comprador quando há apenas uma única empresa compradora de um determinado produto e, nesse caso, o preço acaba sendo por ela determinado.
No caso do monopólio, como ela não toma o preço como dado pelo mercado (ele é capaz de influenciá-lo), não existe uma curva de oferta do monopolista. A quantidade produzida dependerá unicamente de sua capacidade de influenciar os preços, que é limitada pela curva de demanda. Nesse sentido, a curva de demanda do monopolista corresponde á curva demanda do mercado.
Se ele fixa um preço, o mercado é quem determinará a quantidade demandada, por outro lado, se ele estipula a quantidade a ser vendida, a resposta virá em termos do preço a que estaria disposto a pagar para absorver a quantidade ofertada.
Portanto, o aumento da produção no monopólio gera dois efeitos sobre a receita do monopolista:
Efeito quantidade: o aumento das vendas aumenta a receita, e
Efeito preço: para vender unidades adicionais, o monopolista deve reduzir o preço de todas as unidades vendidas, o que provoca uma redução na receita comparativamente àquela obtida com as quantidades vendidas anteriormente.
Assim, o resultado final sobre a receita total de um monopolista decorrente de variações nos preços dependerá da magnitude da elasticidade-preço da demanda. Para níveis de produção pequenos, em geral, a demanda é mais elástica. Por outro lado, para níveis de demanda maiores, a elasticidade preço, tende a ser menor, de modo que o efeito preço tende a superar o efeito quantidade.
O poder de mercado de um monopolista (poder de elevar preços, receitas e lucros simultaneamente) está diretamente ligado à elasticidade preço da demanda. Quando menos elástica for a demanda, maior será esse poder.
Mercados Pouco Competitivos
Este mercado representa uma estrutura intermediária entre a concorrência perfeita e o monopólio. É formado por poucos vendedores que competem entre si e que detém algum poder de mercado, ou seja, capacidade de afetar o preço por meio de ações individuais.
É a única estrutura de mercado em que as empresas levam em conta as ações dos concorrentes na tomada de decisões. Isso acontece porque há uma relação de interdependência entre elas: o lucro não depende somente das próprias ações, mas também das ações dos concorrentes.
Uma das soluções muito comum nesse tipo de mercado é o comportamento cooperativo. Firmas oligopolistas sabem que pode influenciar os preços de mercado e, portanto, que um aumento da produção reduz o preço. Desse modo, elas podem formar um acordo cooperativo para fixar os preços, quantidades ou dividir geograficamente o mercado com o objetivo de maximizar os lucros conjuntos da indústria.
O comportamento não cooperativo gera lucros menores se comparados ao comportamento cooperativo. Isso porque, se todas as empresas reagirem individualmente da mesma forma, se aproximarão a uma concorrência perfeita. Cabe ao governo adotar políticas e controles anti-truste, para que o consumidor final não saia prejudicado.
Outra solução é adotar produtos diferenciados, que permite um conjunto fiel de clientes e possibilita a prática do preço superior ao custo marginal.
MACROECONOMIA
2 - Comente a Política Fiscal, a Monetária e de Crédito e também a Cambial e Comercial considerando-se combater a inflação e gerar crescimento econômico.
Política Monetária e de Credito
O objetivo do governo com a Política Monetária é preparar a economia para o crescimento evitando a inflação. Ela é executada pelo BACEN que atua controlando a taxa de juros, a oferta de moeda através da casa da moeda e todo o dinheiro em circulação.
Quando o governo quer favorecer o crescimento da economia o BACEN retira ou resgata os títulos públicos do mercado colocando dinheiro em circulação, que aumenta a base monetária, isso significa mais dinheiro em circulação, diminuindo assim as taxa de juros praticadas no mercado. Quanto menor a taxa de juros maior a demanda por crédito.
Quando o governo observa um aumento da inflação o BACEN emite títulos públicos que retiram um excedente de dinheiro de circulação, diminuindo a base monetária, que por sua vez diminuem o crédito aumentando as taxas de juros.
Os instrumento utilizados pelo BACEN são o depósito compulsório e o OPEN MARKET (a compra e venda de títulos públicos).
A Política de Crédito do Governo é um instrumento da Política Monetária que oferece condições de crédito para estimular setores da economia específicos sem afetar a economia no geral. Isto ocorre através de linhas de financiamentos, porém com períodos mais longos, com taxas de juros mais baixas que as de mercado, garantias de pagamento menos exigentes, ou ainda financiamentos mais elevados.Podemos citar como exemplo empréstimo a agricultores e linhas de crédito que são concedidas através do BNDES, FINAME etc....
Política Cambial e Comercial
É o efeito da Globalização. De forma ampla trata das relações econômicas do Brasil com o Mundo.
O objetivo é contábil, ou seja, de equilibrar e ajustar as relações com o mundo exterior através da Política cambial além de fazer o controle do enorme fluxo financeiro de capitais. Dentro da Política cambial a Política Comercial estuda e regula a adoção de tarifas de importação, quotas, acordo bilaterais, MERCOSUL etc . A contabilização destas transações formam a BALANÇA DE PAGAMENTOS.
Sempre que ocorre entrada de dólares na economia brasileira, seja, através de investimentos estrangeiros diretos, empréstimos ou ainda aplicação de dinheiro especulativo a tendência é de que o real se valorize tornando o cambio mais baixo. Com o cambio mais baixo a tendência é combater a inflação pois, os produtos importados chegam aos brasileiros a um preço mais acessível forçando o produto nacional se manter a um preço estável ou diminuir.
Sempre que ocorre fuga de dinheiro especulativo, remessa de lucros de multinacionais ou pagamento de empréstimos, isto gera saída de dólares da economia brasileira, neste caso o real se desvaloriza tornando o cambio mais alto. Isto gera no mercado interno um favorecimento dos exportadores que preferirão vender sua produção ao exterior, pois, ganhariam mais que vender no mercado interno. Fator que gera aumento dos preços internos até a paridade com o preço externo e possível aumento geral da inflação.
Vale lembrar que a taxa de cambio no Brasil atualmente é flutuante onde o mercado é que determina o valor da taxa.
Assim sempre que há entrada de dólares na economia menor que a saída ocorre a oferta do mesmo que reduz a taxa de cambio, o que caracteriza o SUPERAVIT. O superávit força o BACEN a comprar dólares para evitar que o cambio não cai mais, dólares estes que o BACEN aplica nas reservas externas ou paga contas.
Quando há saída de dólares maior que a entrada ocorre a demanda que aumenta a taxa de cambio e gera o DEFICIT. O déficit força o BACEN a retirar dinheiro das reservas ou tomar dinheiro emprestado para fazer as transações necessárias.
Política Fiscal
A Política Fiscal do Governo é a relação que existe entre o que ele arrecada, como arrecada, de quem arrecada e como que ele gasta , com quem ele gasta e como ele gasta.
A intenção desta política é desenvolver e potencializar o crescimento do PIB, mantendo estabilizado os preços e a inflação e favorecendo a melhor distribuição de renda.
A forma como o Governo usa a Política Fiscal é simples.Sempre que ele quer fomentar o crescimento da economia já estagnada, com baixo crescimento e com estoques altos ele gera déficit em suas contas fazendo investimentos, favorecendo exportações, subsidiando impostos que criam uma demanda agregada, e que geram um aumento da base monetária e da renda das pessoas.
Em momentos de muito aquecimento na demanda que começa a provocar aumento de preços e da inflação devido a capacidade de produção inferior ao consumo o governo pode estimular as importações, cortar gastos públicos ou ainda aumentar a carga tributária através de inúmeros tributos, taxas e contribuições que retiram dinheiro de circulação (diminui a base monetária), que força a diminuição da demanda agregada e gera um desaquecimento da economia, gerando diminuição da renda do consumidor.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.
Disciplina.: Economia Aplicada à Empresa
Professor.:Eugenio Libreloto Stefanelo
Alunos.:
ALEXANDRE ZARATINI
ARIANE CORDEIRO
GUILHERME AMADONI
MARCO ANTONIO VILLAS BÔAS
MARCIO KOCHHANN
PAULO HENRIQUE CZELUSNIAK
Analise de fatores da Micro e Macroeconomia
MICROECONOMIA E MACROECONOMIA
1 – Visão sobre precificação em estruturas competitivas, pouco ou não competitivas de mercado.
Um dos fatores chave no desempenho da empresa é a Precificação, pois os métodos e as políticas de formação de preço determinam o sucesso ou não do negócio nas fases do seu ciclo de vida. O que torna importante, para isso, o conhecimento da estrutura organizacional e sua adequação à demanda pela cadeia de valor.
Na precificação a análise dos custos determina qual o mínimo a ser cobrado dos clientes. A análise dos preços dos concorrentes e dos produtos substitutos permite à empresa redefinir o preço médio aceito pelo mercado. Com o conhecimento das características de agregação de valor dos seus produtos, obtém o máximo possível a ser cobrado no preço de venda. O processo de precificação determina os métodos e políticas utilizados para obter uma melhor posição competitiva no mercado.
Por mercado, entende-se como uma área geográfica, dentro da qual existe o encontro de vendedores e compradores. Um mercado pode estar em qualquer lugar, não precisa ser necessariamente um lugar físico. Nele estão presentes os fundamentos da oferta e da demanda, que são as forças que movem as economias de mercado e representam os interesses de consumidores e produtores (compradores e vendedores).
Para saber que decisão tomar na formação do preço de venda, antes é necessário prever qual seu real impacto sobre a oferta e demanda. Por isso, ter o conhecimento sobre qual mercado atua é de fundamental importância. Podem ser eles mercado competitivo, pouco ou não competitivo.
Mercado Competitivo
Para ser considerado competitivo, um determinado mercado deve apresentar as seguintes características:
a) Grande número de compradores e vendedores, de tal modo que nenhum deles possa, individualmente, influenciar o preço de um produto ao decidir comprar ou vender.
b) Produto homogêneo, ou seja, o produto de uma empresa pode ser perfeitamente substituído por um produto similar de outra empresa.
c) Ausência de restrições à procura, à oferta e aos preços de qualquer produto que esteja sendo negociado, ou seja, não deve haver intervenção governamental no mercado.
d) Mobilidade das empresas, de tal forma que novas empresas possam entrar no mercado.
Em um mercado competitivo, quem determina o preço de equilíbrio são as condições de oferta e demanda, ou seja, o próprio mercado. Todos os vendedores recebem o mesmo preço de venda do produto – denominado preço de mercado. Os compradores não irão adquirir um produto mais caro, sabendo que poderão adquiri-lo a um preço menor. Por outro lado, os vendedores não venderão mais barato, sabendo que poderão vendê-lo a um preço maior. Dessa forma, uma vez alcançado o preço de equilíbrio, há uma tendência natural de que o preço não se altere, pois não existem motivos para isso. A não ser que ocorram mudanças nas condições de oferta e demanda.
Exemplo:
Suponha que os desejos das empresas em ofertar produtos superem os desejos dos consumidores em adquiri-los. Nesse ponto não há coincidência de desejos, portanto, não pode ser um preço de equilíbrio. Tecnicamente, há um excesso de oferta do produto.
Nesta situação, as forças de mercado agirão para reduzir esse mercado ao ponto de equilíbrio. Os vendedores perceberão que não conseguem vender tudo o que desejam, e caso produzam essa quantidade, seus estoques aumentarão. Assim, como há perfeita informação, os consumidores percebem o excesso da oferta e passam a negociar o preço. Motivo pela qual as empresas oferecem o produto a preço menor.
Esse menor preço resultará em incentivos distintos para consumidores e produtores. Os primeiros desejarão mais produtos e os últimos não serão incentivados a produzir a mesma quantidade de antes. Esse movimento de redução nos preços, na quantidade produzida e de elevação no desejo dos consumidores em adquirir o bem ou serviço acontecerá até que a oferta e demanda se igualem novamente.
Portanto, em mercados competitivos, e preço de um bem sempre cai quando há um excesso de oferta e sempre sobe quando há escassez de oferta.
Mercado Não Competitivo
O Mercado Não Competitivo caracteriza-se pelo fato de que compradores e/ou vendedores têm poder de mercado e reconhecem este poder. Desta forma, não se comportam competitivamente e são fixadores de preço, em outras palavras, possuem poder de mercado.
Poder de mercado é a capacidade de determinar o preço de compra, no caso do comprador (poder de monopsônio) ou capacidade de determinar o preço de venda, no caso do vendedor (poder de monopólio).
O monopólio ocorre no mercado vendedor quando são presentes as seguintes circunstâncias:
a) presença de uma única empresa atuando;
b) inexistência de substitutos próximos para os bens que o monopolista produz;
c) existência de elevadas barreiras à entrada de novas empresas no mercado.
Já o monopsônio ocorre no mercado comprador quando há apenas uma única empresa compradora de um determinado produto e, nesse caso, o preço acaba sendo por ela determinado.
No caso do monopólio, como ela não toma o preço como dado pelo mercado (ele é capaz de influenciá-lo), não existe uma curva de oferta do monopolista. A quantidade produzida dependerá unicamente de sua capacidade de influenciar os preços, que é limitada pela curva de demanda. Nesse sentido, a curva de demanda do monopolista corresponde á curva demanda do mercado.
Se ele fixa um preço, o mercado é quem determinará a quantidade demandada, por outro lado, se ele estipula a quantidade a ser vendida, a resposta virá em termos do preço a que estaria disposto a pagar para absorver a quantidade ofertada.
Portanto, o aumento da produção no monopólio gera dois efeitos sobre a receita do monopolista:
Efeito quantidade: o aumento das vendas aumenta a receita, e
Efeito preço: para vender unidades adicionais, o monopolista deve reduzir o preço de todas as unidades vendidas, o que provoca uma redução na receita comparativamente àquela obtida com as quantidades vendidas anteriormente.
Assim, o resultado final sobre a receita total de um monopolista decorrente de variações nos preços dependerá da magnitude da elasticidade-preço da demanda. Para níveis de produção pequenos, em geral, a demanda é mais elástica. Por outro lado, para níveis de demanda maiores, a elasticidade preço, tende a ser menor, de modo que o efeito preço tende a superar o efeito quantidade.
O poder de mercado de um monopolista (poder de elevar preços, receitas e lucros simultaneamente) está diretamente ligado à elasticidade preço da demanda. Quando menos elástica for a demanda, maior será esse poder.
Mercados Pouco Competitivos
Este mercado representa uma estrutura intermediária entre a concorrência perfeita e o monopólio. É formado por poucos vendedores que competem entre si e que detém algum poder de mercado, ou seja, capacidade de afetar o preço por meio de ações individuais.
É a única estrutura de mercado em que as empresas levam em conta as ações dos concorrentes na tomada de decisões. Isso acontece porque há uma relação de interdependência entre elas: o lucro não depende somente das próprias ações, mas também das ações dos concorrentes.
Uma das soluções muito comum nesse tipo de mercado é o comportamento cooperativo. Firmas oligopolistas sabem que pode influenciar os preços de mercado e, portanto, que um aumento da produção reduz o preço. Desse modo, elas podem formar um acordo cooperativo para fixar os preços, quantidades ou dividir geograficamente o mercado com o objetivo de maximizar os lucros conjuntos da indústria.
O comportamento não cooperativo gera lucros menores se comparados ao comportamento cooperativo. Isso porque, se todas as empresas reagirem individualmente da mesma forma, se aproximarão a uma concorrência perfeita. Cabe ao governo adotar políticas e controles anti-truste, para que o consumidor final não saia prejudicado.
Outra solução é adotar produtos diferenciados, que permite um conjunto fiel de clientes e possibilita a prática do preço superior ao custo marginal.
MACROECONOMIA
2 - Comente a Política Fiscal, a Monetária e de Crédito e também a Cambial e Comercial considerando-se combater a inflação e gerar crescimento econômico.
Política Monetária e de Credito
O objetivo do governo com a Política Monetária é preparar a economia para o crescimento evitando a inflação. Ela é executada pelo BACEN que atua controlando a taxa de juros, a oferta de moeda através da casa da moeda e todo o dinheiro em circulação.
Quando o governo quer favorecer o crescimento da economia o BACEN retira ou resgata os títulos públicos do mercado colocando dinheiro em circulação, que aumenta a base monetária, isso significa mais dinheiro em circulação, diminuindo assim as taxa de juros praticadas no mercado. Quanto menor a taxa de juros maior a demanda por crédito.
Quando o governo observa um aumento da inflação o BACEN emite títulos públicos que retiram um excedente de dinheiro de circulação, diminuindo a base monetária, que por sua vez diminuem o crédito aumentando as taxas de juros.
Os instrumento utilizados pelo BACEN são o depósito compulsório e o OPEN MARKET (a compra e venda de títulos públicos).
A Política de Crédito do Governo é um instrumento da Política Monetária que oferece condições de crédito para estimular setores da economia específicos sem afetar a economia no geral. Isto ocorre através de linhas de financiamentos, porém com períodos mais longos, com taxas de juros mais baixas que as de mercado, garantias de pagamento menos exigentes, ou ainda financiamentos mais elevados.Podemos citar como exemplo empréstimo a agricultores e linhas de crédito que são concedidas através do BNDES, FINAME etc....
Política Cambial e Comercial
É o efeito da Globalização. De forma ampla trata das relações econômicas do Brasil com o Mundo.
O objetivo é contábil, ou seja, de equilibrar e ajustar as relações com o mundo exterior através da Política cambial além de fazer o controle do enorme fluxo financeiro de capitais. Dentro da Política cambial a Política Comercial estuda e regula a adoção de tarifas de importação, quotas, acordo bilaterais, MERCOSUL etc . A contabilização destas transações formam a BALANÇA DE PAGAMENTOS.
Sempre que ocorre entrada de dólares na economia brasileira, seja, através de investimentos estrangeiros diretos, empréstimos ou ainda aplicação de dinheiro especulativo a tendência é de que o real se valorize tornando o cambio mais baixo. Com o cambio mais baixo a tendência é combater a inflação pois, os produtos importados chegam aos brasileiros a um preço mais acessível forçando o produto nacional se manter a um preço estável ou diminuir.
Sempre que ocorre fuga de dinheiro especulativo, remessa de lucros de multinacionais ou pagamento de empréstimos, isto gera saída de dólares da economia brasileira, neste caso o real se desvaloriza tornando o cambio mais alto. Isto gera no mercado interno um favorecimento dos exportadores que preferirão vender sua produção ao exterior, pois, ganhariam mais que vender no mercado interno. Fator que gera aumento dos preços internos até a paridade com o preço externo e possível aumento geral da inflação.
Vale lembrar que a taxa de cambio no Brasil atualmente é flutuante onde o mercado é que determina o valor da taxa.
Assim sempre que há entrada de dólares na economia menor que a saída ocorre a oferta do mesmo que reduz a taxa de cambio, o que caracteriza o SUPERAVIT. O superávit força o BACEN a comprar dólares para evitar que o cambio não cai mais, dólares estes que o BACEN aplica nas reservas externas ou paga contas.
Quando há saída de dólares maior que a entrada ocorre a demanda que aumenta a taxa de cambio e gera o DEFICIT. O déficit força o BACEN a retirar dinheiro das reservas ou tomar dinheiro emprestado para fazer as transações necessárias.
Política Fiscal
A Política Fiscal do Governo é a relação que existe entre o que ele arrecada, como arrecada, de quem arrecada e como que ele gasta , com quem ele gasta e como ele gasta.
A intenção desta política é desenvolver e potencializar o crescimento do PIB, mantendo estabilizado os preços e a inflação e favorecendo a melhor distribuição de renda.
A forma como o Governo usa a Política Fiscal é simples.Sempre que ele quer fomentar o crescimento da economia já estagnada, com baixo crescimento e com estoques altos ele gera déficit em suas contas fazendo investimentos, favorecendo exportações, subsidiando impostos que criam uma demanda agregada, e que geram um aumento da base monetária e da renda das pessoas.
Em momentos de muito aquecimento na demanda que começa a provocar aumento de preços e da inflação devido a capacidade de produção inferior ao consumo o governo pode estimular as importações, cortar gastos públicos ou ainda aumentar a carga tributária através de inúmeros tributos, taxas e contribuições que retiram dinheiro de circulação (diminui a base monetária), que força a diminuição da demanda agregada e gera um desaquecimento da economia, gerando diminuição da renda do consumidor.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.
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Renda
quinta-feira, 3 de abril de 2008
MARKETING-MIX para o caldo de cana
UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Administração de Marketing – Turma 124
Professor: Douglas Zela
Atividade: MARKETING-MIX para o produto Caldo de Cana
Alunos:
Alana Daniele Ferrari
Laurent Gürtler
Luciana Barazzetti
Marcio Kochhann
Marilucia Rodrigues da Silva
Tatiana de Mantova de Lima
PERGUNTA:
Diante da realidade apresentada no Case, como você elaboraria o Marketing - Mix (4P's) para o Produto "Caldo de Cana", considerando como Público Alvo, Classes Sociais mais elevadas?
Nome do Produto. TROPICANA
P1 Preço
O preço ao consumidor final foi estipulado em R$ 2,50 a R$3,00. Sugestão essa equivalente aos sucos naturais industrializados existentes no mercado.
P2 Produto
Produto diferenciado sendo, a principio, similar as bebidas naturais industrializadas como Sucos Del Valle ou Suco Mais, entretanto uma evolução tecnológica, pois não há nenhum outro caldo de cana no mercado. Apresentado em latas de 350ml prontos para consumo (preferencialmente sendo vendida gelada).
As corres da lata fariam uma ilusão ao caldo de cana nas corres naturais.
P3 Praça
O local da distribuição será nos locais de grande movimentação de pessoas das classes mais elevadas (A, B e C) como shoppings, academias e bares em conveniências com os produtos similares.
P4 Promoção
A promoção primeiramente seria com degustação dos mesmos e após através de mídia nos próprios shoppings, em revistas de produtos naturais, Internet e principalmente no ponto de venda, os bares mais refinados, com instalação de placas, mesas, cadeiras e até nas roupas dos garçons da marca TROPICANA.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.
Disciplina: Administração de Marketing – Turma 124
Professor: Douglas Zela
Atividade: MARKETING-MIX para o produto Caldo de Cana
Alunos:
Alana Daniele Ferrari
Laurent Gürtler
Luciana Barazzetti
Marcio Kochhann
Marilucia Rodrigues da Silva
Tatiana de Mantova de Lima
PERGUNTA:
Diante da realidade apresentada no Case, como você elaboraria o Marketing - Mix (4P's) para o Produto "Caldo de Cana", considerando como Público Alvo, Classes Sociais mais elevadas?
Nome do Produto. TROPICANA
P1 Preço
O preço ao consumidor final foi estipulado em R$ 2,50 a R$3,00. Sugestão essa equivalente aos sucos naturais industrializados existentes no mercado.
P2 Produto
Produto diferenciado sendo, a principio, similar as bebidas naturais industrializadas como Sucos Del Valle ou Suco Mais, entretanto uma evolução tecnológica, pois não há nenhum outro caldo de cana no mercado. Apresentado em latas de 350ml prontos para consumo (preferencialmente sendo vendida gelada).
As corres da lata fariam uma ilusão ao caldo de cana nas corres naturais.
P3 Praça
O local da distribuição será nos locais de grande movimentação de pessoas das classes mais elevadas (A, B e C) como shoppings, academias e bares em conveniências com os produtos similares.
P4 Promoção
A promoção primeiramente seria com degustação dos mesmos e após através de mídia nos próprios shoppings, em revistas de produtos naturais, Internet e principalmente no ponto de venda, os bares mais refinados, com instalação de placas, mesas, cadeiras e até nas roupas dos garçons da marca TROPICANA.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.
Marcadores:
4 P´s de MKT,
caldo de cana,
Marketing Mix
Análise do case RED BULL
UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: Administração de Marketing – Turma 124
Professor: Douglas Zela
Atividade: Análise do case RED BULL
AlunoS:
Alana Daniele Ferrari
Laurent Gürtler
Luciana Barazzetti
Marcio Kochhann
Marilucia Rodrigues da Silva
Tatiana de Mantova de Lima
Pergunta?
A que se atribui o sucesso do RED BULL no mundo e no Brasil?
O sucesso se deve a estratégia agressiva de Marketing (MKT), que foca um produto diferenciado e com alto valor agregado através de uma embalagem e design especial aliadas ao apelo de satisfazer as necessidades e desejos de vitalidade, energia, adrenalina ou sensações fortes do “jovens” de varias idades.
Em geral o marketing do RED BULL patrocina eventos esportivos radicais (saltos de moto, sky, corrida de aviões entre muitos outros.
Outra estratégia importante foi a imersão pioneira do RED BULL nas casas noturnas o que elevou sua popularidade e fidelidade, principalmente no Brasil.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.
Disciplina: Administração de Marketing – Turma 124
Professor: Douglas Zela
Atividade: Análise do case RED BULL
AlunoS:
Alana Daniele Ferrari
Laurent Gürtler
Luciana Barazzetti
Marcio Kochhann
Marilucia Rodrigues da Silva
Tatiana de Mantova de Lima
Pergunta?
A que se atribui o sucesso do RED BULL no mundo e no Brasil?
O sucesso se deve a estratégia agressiva de Marketing (MKT), que foca um produto diferenciado e com alto valor agregado através de uma embalagem e design especial aliadas ao apelo de satisfazer as necessidades e desejos de vitalidade, energia, adrenalina ou sensações fortes do “jovens” de varias idades.
Em geral o marketing do RED BULL patrocina eventos esportivos radicais (saltos de moto, sky, corrida de aviões entre muitos outros.
Outra estratégia importante foi a imersão pioneira do RED BULL nas casas noturnas o que elevou sua popularidade e fidelidade, principalmente no Brasil.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.
Marcadores:
ENERGIA,
Marketing agressivo,
Red Bull
Marketing, mais que asas!
UNIFAE /CDE – PÓS-GRADUAÇÃO 2008
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING – Turma 124
Professor: DOUGLAS ZELA
Atividade: POSITION PAPER
Aluno: MARCIO KOCHHANN
Marketing, mais que asas!
INTRODUÇÃO
Se você é fã da bebida energética Red Bull com certeza já ouviu aquela frase “Só Red Bul te da asas” enquanto um “anjinho esquálido” sai voando, ou ainda caso você seja um admirador de motos Honda deve se lembrar da frase “Liberte seus sonhos nas asas da Honda” no qual um cego andava na garupa de uma moto.
Mas o que estas frases, vídeos ou imagens fazem você sentir? O que te faz pedir um Red Bull na balada diante de tantas outras marcas? Ou ainda no caso das motos quais as sensações que te fazem sentir vontade de ter e dirigir uma moto Honda e não uma moto Suzuki ou Yamaha?
Engraçado imaginar isto, mas buscando atender estas sensações e desejos encontramos uma ciência chamada Marketing, cuja finalidade básica é oferecer uma troca voluntária de nossos desejos por produtos.
O QUE É MARKETING?
Segundo o colunista famoso Max Gehringer, o Marketing, surgiu na antiga Grécia com o Deus Hermes, mas foi mais tarde a partir da palavra latina merce, a qual os franceses chamaram de marche a primeira referência ao termo para designar a comercialização de mercadorias no comércio da época.
Essa mania logo foi aderida pelos ingleses que mudaram sua grafia e pronuncia para MARKET, entretanto foi a partir de 1950 que os americanos viram que isso era mais que uma palavra sinônima de feirantes e a tornaram ciência a qual chamaram de MARKETING e que poderia ser traduzida na época como “tudo que influi na comercialização de um produto”.
O conceito mais atual é da American Marketing Association (AMA), entidade americana que centraliza todas as direções, normas e padrões de Marketing nos Estado Unidos da América (EUA), segundo ela:
"Marketing é a atividade, conjunto de instituições, bem como os processos de criação, comunicação, entrega e troca de ofertas que tenham valor para os clientes, parceiros e sociedade em geral."
Ainda segundo Peter Drucker, Marketing é “tornar supérfluo o esforço de venda... conhecer e atender tão bem o cliente que o produto/serviço seja adequado a ele e se venda sozinho”.
Partindo destes pressupostos podemos argumentar que o Marketing esta presente na comercialização de bens (carros e imóveis), serviços (restaurante ou médico), eventos promocionais (TIM Festival), experiências de viagens (Conheça a Praia da Joaquina em Santa Catarina), na representação de pessoas (eleições presidencias - Lula e Duda Mendonça), atração de empresas e pessoas para trabalho (sites de recrutamento), enfim para criar idéias que traduzam as esperanças das pessoas em vendas de produtos e serviços (O Boticário –Você pode ser o que Quiser).
Entretanto segundo explanação de Douglas Zela (ZELA) para cada aplicação acima é necessário priorizar o que trocaremos com os consumidores, isto é, o que vamos oferecer as pessoas que lhe tragam a satisfação de seus desejos ou ansiedades que resulte na troca por nossos produtos serviços, eventos, experiências, atrações ou idéias.
O estudo desta troca segundo Philip Kotler & Kevin L. Keller (KOTLER & KELLER) começa com a análise das mais variadas necessidades e desejos dos consumidores ou até mesmo em ajudar a descobrir o que os clientes querem.
O próximo passo é viabilizar um mercado-alvo, ou seja, um grupo de pessoas disposto a pagar pelo produto/ serviço.
Quando essa troca for bem sucedida e superar as expectativas iniciais temos o encantamento do cliente e com certeza o seu regresso diversas vezes.
Segundo KOTLER & KELLER esse regresso do cliente é muito importante para as empresas, pois a partir deste momento pode-se criar uma conexão empresa - cliente que abre um canal para a troca de informações.
Com este canal as empresas podem monitorar os clientes ( seus desejos e necessidades) informando-os sobre ofertas, engajando-os com movimentos sócio-ambientais e até mesmo incentivando-os a participar na implantação de novas idéias para as empresa,s enfim fidelizando-os.
Esta fidelidade dos clientes proporciona uma relação mais longa com a empresa e uma maior flexibilidade, visto esta integração oferecer mais opções personalizadas de atendimento.
Um exemplo esta nos EUA onde a NIKE (empresa fabricante de tênis) permite aos seus clientes personalizar seus tênis tanto em cores como tamanhos diferentes para o mesmo par.
Ações assim constroem um valor maior para a empresa tornando-a referência por satisfazer ou exceder as expectativas dos seus clientes melhor do que outros concorrentes.
CONCLUSÃO
O Marketing busca fornecer informações sobre os consumidores, seja sobre seus comportamentos, cultura, classe social ou fatores pessoais as quais servirão de base para aflorar seus desejos criando um mercado de troca voluntária.
O marketing também é um meio de comunicação cliente-empresa que visa desenvolver melhorias para encanta-lo, dispondo o que ele quer com mais comodidade e qualidade.
Assim quando vamos a balada o Red Bull aflora nos jovens a sensação de adrenalina, enquanto a emoção de uma moto Honda remete a necessidade de liberdade de locomoção.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING – Turma 124
Professor: DOUGLAS ZELA
Atividade: POSITION PAPER
Aluno: MARCIO KOCHHANN
Marketing, mais que asas!
INTRODUÇÃO
Se você é fã da bebida energética Red Bull com certeza já ouviu aquela frase “Só Red Bul te da asas” enquanto um “anjinho esquálido” sai voando, ou ainda caso você seja um admirador de motos Honda deve se lembrar da frase “Liberte seus sonhos nas asas da Honda” no qual um cego andava na garupa de uma moto.
Mas o que estas frases, vídeos ou imagens fazem você sentir? O que te faz pedir um Red Bull na balada diante de tantas outras marcas? Ou ainda no caso das motos quais as sensações que te fazem sentir vontade de ter e dirigir uma moto Honda e não uma moto Suzuki ou Yamaha?
Engraçado imaginar isto, mas buscando atender estas sensações e desejos encontramos uma ciência chamada Marketing, cuja finalidade básica é oferecer uma troca voluntária de nossos desejos por produtos.
O QUE É MARKETING?
Segundo o colunista famoso Max Gehringer, o Marketing, surgiu na antiga Grécia com o Deus Hermes, mas foi mais tarde a partir da palavra latina merce, a qual os franceses chamaram de marche a primeira referência ao termo para designar a comercialização de mercadorias no comércio da época.
Essa mania logo foi aderida pelos ingleses que mudaram sua grafia e pronuncia para MARKET, entretanto foi a partir de 1950 que os americanos viram que isso era mais que uma palavra sinônima de feirantes e a tornaram ciência a qual chamaram de MARKETING e que poderia ser traduzida na época como “tudo que influi na comercialização de um produto”.
O conceito mais atual é da American Marketing Association (AMA), entidade americana que centraliza todas as direções, normas e padrões de Marketing nos Estado Unidos da América (EUA), segundo ela:
"Marketing é a atividade, conjunto de instituições, bem como os processos de criação, comunicação, entrega e troca de ofertas que tenham valor para os clientes, parceiros e sociedade em geral."
Ainda segundo Peter Drucker, Marketing é “tornar supérfluo o esforço de venda... conhecer e atender tão bem o cliente que o produto/serviço seja adequado a ele e se venda sozinho”.
Partindo destes pressupostos podemos argumentar que o Marketing esta presente na comercialização de bens (carros e imóveis), serviços (restaurante ou médico), eventos promocionais (TIM Festival), experiências de viagens (Conheça a Praia da Joaquina em Santa Catarina), na representação de pessoas (eleições presidencias - Lula e Duda Mendonça), atração de empresas e pessoas para trabalho (sites de recrutamento), enfim para criar idéias que traduzam as esperanças das pessoas em vendas de produtos e serviços (O Boticário –Você pode ser o que Quiser).
Entretanto segundo explanação de Douglas Zela (ZELA) para cada aplicação acima é necessário priorizar o que trocaremos com os consumidores, isto é, o que vamos oferecer as pessoas que lhe tragam a satisfação de seus desejos ou ansiedades que resulte na troca por nossos produtos serviços, eventos, experiências, atrações ou idéias.
O estudo desta troca segundo Philip Kotler & Kevin L. Keller (KOTLER & KELLER) começa com a análise das mais variadas necessidades e desejos dos consumidores ou até mesmo em ajudar a descobrir o que os clientes querem.
O próximo passo é viabilizar um mercado-alvo, ou seja, um grupo de pessoas disposto a pagar pelo produto/ serviço.
Quando essa troca for bem sucedida e superar as expectativas iniciais temos o encantamento do cliente e com certeza o seu regresso diversas vezes.
Segundo KOTLER & KELLER esse regresso do cliente é muito importante para as empresas, pois a partir deste momento pode-se criar uma conexão empresa - cliente que abre um canal para a troca de informações.
Com este canal as empresas podem monitorar os clientes ( seus desejos e necessidades) informando-os sobre ofertas, engajando-os com movimentos sócio-ambientais e até mesmo incentivando-os a participar na implantação de novas idéias para as empresa,s enfim fidelizando-os.
Esta fidelidade dos clientes proporciona uma relação mais longa com a empresa e uma maior flexibilidade, visto esta integração oferecer mais opções personalizadas de atendimento.
Um exemplo esta nos EUA onde a NIKE (empresa fabricante de tênis) permite aos seus clientes personalizar seus tênis tanto em cores como tamanhos diferentes para o mesmo par.
Ações assim constroem um valor maior para a empresa tornando-a referência por satisfazer ou exceder as expectativas dos seus clientes melhor do que outros concorrentes.
CONCLUSÃO
O Marketing busca fornecer informações sobre os consumidores, seja sobre seus comportamentos, cultura, classe social ou fatores pessoais as quais servirão de base para aflorar seus desejos criando um mercado de troca voluntária.
O marketing também é um meio de comunicação cliente-empresa que visa desenvolver melhorias para encanta-lo, dispondo o que ele quer com mais comodidade e qualidade.
Assim quando vamos a balada o Red Bull aflora nos jovens a sensação de adrenalina, enquanto a emoção de uma moto Honda remete a necessidade de liberdade de locomoção.
Toda divulgação, citação ou utilização deste texto e suas expressões poderão ser feitas desde que citada a referência ou link e seu autor.
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